quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Juntas de faculdade 17-12-09

Pola assembleia de filologia assistírom: Héctor, Noa, Ana Teixeira e Antom.

1.- Aprovaçom das actas anteriores

2.- Informe da equipa decanal

- O departamento de filologia alemá disolve-se e integra-se no de inglês, passando-se a chamar Departamento de inglês e alemám. A frente segue Luís Iglesias Rábade. No tocante aos restantes departamento só houvo mudanças no de galego que agora está dirigido por Francisco Cidrás Escaneo.

- Estado de execuçom do orçamento:
Entrada de fundos 2009:
a.- Transferência ordinária: 162.618 €
b.- Partida de qualidade: 37.000 €
Gastos 2009:
Material (cap. 2)- 10.000 € de remanente
Capítulo 6 - 28. 000 € (incorpora-se ao exercício seguinte)
Qualidade- 2.300 € (incorpora-se ao exercício seguinte)

Acometérom-se quase todas as melhoras aprovadas na anterior Junta de Faculdade (cadeiras de trabalho, substituiçom do sistema de calefacçom, taboleiros electrónicos, cadeiras presidenciais, filtraçons de augas, escaner, baldes do lixo exteriores, actualizaçom da rotulaçom, substituiçom das portas principais - em Natal executará-se a 2ªfase correspondente ao aceso Norte-. Aliás, 15.000 € adicionais destinarám-se à biblioteca.

- Titulaçons
a.- Os novos títulos de grao, segundo a equipa decanal, implementárom-se com sucesso e conseguírom dar umha visom optimista na sociedade, que bate com a oferecida polos média, já que houvo um incremento da "demanda" (sic.). Os dados finais de matrícula para o curso 2009-2010 em 1º som:
Clássicas: 21 alunos
Hispánicas: 30 alunos
Modernas: 41 alunos
Inglesa: 91 alunos
Galego: 41 alunos (*nom inclui os alunos de português incluídos em Modernas)

TOTAL: 226 alunos [2004-5: 180; 2005-6: 158; 2007-8: 175; 2008-9: 165].

Destarte, os cordenadores dos graos já estám nomeados, por exemplo em galego é Elisa Fernández Rei.

- Master de Secundária: as aulas começarám o 18 de Janeiro [a assembleia denúncia que os matriculados pagam muitos créditos nom presenciais, assi como a oferta de prazas, ou o carácter ilegal de implementar para os licenciados um Master e nom seguir ofertando o CAP já que nom conheciam esta mudança quando se matriculárom em 1º. Tamém exprimimos as nossas dúvidas sobre se, finalmente, os docentes do Master farám greve pola nova carga lectiva nom remunerada ou se "passarám" de departir os créditos teóricos].
O número de prazas fixa-o a Conselharia, mas a negociaçom ficou interrompida polo processo eleitoral e logo houvo que renegociar, tomando como ponto de partida a previsom de oferta de emprego público. Nom se conhecem ainda as prazas que haverá para o vindouro curso.

A assembleia de filolologia advoga por exercer as suas acçons para a consecuçom dum mínimo que poderia perfeitamente executar-se com a normativa vigente, ou, de nom ser possível, modificando-a. Trataria-se de exigir o Master de Secundária a posteriori e nom a priori, ou seja, umha vez feitas as provas e alcançada a vaga para poder departir aulas. Destarte, é necessária umha garantia para as práticas e a clarificaçom de se o Master permite ou nom a possibilidade de fazer o doutoramento. Por outra banda, o Master de Secundária é umha medida do governo Aznar resgatada polo PSOE e implementada na Galiza por Laura Sanches Pinhom. Por isso, a assembleia de filologia denúncia o agrávio comparativo que sofreremos os licenciados e graduados galegos a respeito dos de outros países do Espaço Europeu de Educaçom Superior, já que se os títulos som homologáveis poderiam dar aulas sem ter feito este mestrado que se nos exige as licenciadas e licenciados do Estado espanhol.
3.- Quinquénios de docência 4.- Assuntos de trámite

a.- Registro de memória da licenciatura

b.- Créditos de livre configuraçom (concede-os o decanato se cumprem os requisitos e ratificam-se nas Juntas). Entre estes haverá um intitulado "Ramom Pinheiro e o galeguismo"

c.- Nomeamento de tribunais para prémios de licenciatura e doutoramento

d.- Informe favorável para um curso intitulado "Introdución al judaismo. Texto, historia, praxis..." do 27 a 29 de Janeiro.
5.- Rogos e trámites


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

REGULAMENTO DA COORDENADORA DE ASSEMBLEIAS DA USC




ORDE DO DIA DA COORDENADORA


Companheiras e companheiros:

Pola presente convidamos-te a assistir à assembleia da Coordenadora da USC que se celebrará o vindouro 21 de Janeiro às 19:00 horas em Filosofia. Na reuniom tratarám-se os seguintes pontos (se bem a orde do dia ainda é provisional):

1.- Aprovaçom do regulamento da Coordenadora


2.- Nomear dous responsáveis de comunicaçons (blogue, rolda de endereços electrónicos*, comunicaçons externas com a imprensa), dous responsáveis de finanças e dous responsáveis de correcçom lingüística (AGAL e ILG-RAG).


*Criará-se umha listage com os endereços electrónicos das e dos assistentes que logo se irá inçando com periodicidade.


3.- Calendário de actividades:

a.- Campanha de conscientizaçom do estudantado com palestras nas diversas faculdades com a presença de professores críticos com o processo de Bolonha (Filosofia: Barreiro; Polícitas: Cernadas, Económicas: Vence ou Beiras, Filologia: decano ou José Luis, História: Bermejo, Sociologia: Afonso Garcia Tobio, Ciências da Comunicaçom...).

b.- Jornadas da Letras Galegas a Carvalho Calero: do 17 a 21 de Maio com exposiçons, palestras em filologia e um concerto organizado pola assembleia de CC. Políticas.

c.- A assembleia de CC. Políticas tem tamém previsto realizar duas jornadas de formaçom:

-. Abril: Curso sobre Palestina, 1 crédito (30 horas).

-. Maio: “Regimes fascistas e transiçom à democracia na Península Ibérica”, 2 créditos (60 horas).

d.- Outras

4.- Eleiçons departamentais e claustrais.


5.- Estabelecer umha data para umha primeira concentraçom da Coordenadora. Ediçom de material de agitaçom e cartazes e apresentaçom perante os média.


Sem mais, aguardamos contar com a vossa assistência, cumprimentos.


P.D.: para qualquer outra questom dirige-te aos seguintes endereços electrónicos:


Coordenadora da USC

coordenadoradausc@gmail.com


Assembleia de estudantes de Ciências Políticas

asembleaestudantes@hotmail.com

Assembleia de Filologia

assembleiadefilologia@gmail.com



1.- A Coordenadora expressará-se sempre em língua galega. Reconhecem-se as duas normativas, RAG-ILG e AGAL e tenderá-se a sua visualizaçom em todos os actos da Coordenadora.

Para tal efeito nomeará-se umha comissom de correcçom lingüística para evitar gralhas. Logicamente, a título individual cadaquém pode empregar na Coordenadora a língua com a que melhor se exprima, mas nos actos públicos em que se fale em nome da assembleia deverá ser sempre a galega como atitude exemplificativa, assi como na documentaçom interna a única língua empregada será o galego.


2.- Todas as reunions da Coordenadora terám umha pessoa moderadora e mais umha pessoa encarregada de tomar acta (secretária/o). Ambas configuram a Mesa da Coordenadora que deverá ser rotativa e nomeará-se em cada juntança por maioria simples das vozeiras e dos vozeiros presentes.


3.- A Coordenadora deverá ter umha assembleia ordinária afinal de cada ano académico para auto-avaliar-se e mais para apresentar o seu balanço financeiro. A periodicidade das assembleias extraordinárias será mensal.

As convocatórias serám anunciadas com suficiente antecedência a todas as Assembleias e no espaço em rede da Coordenadora. Para tal efeito, criará-se nom apenas um blogue para as comunicaçons externas, mas tamém umha listage de correios que serva de canle de debate interna e constante e para informar de qualquer evento ou assembleia.


4.- A Coordenadora está aberta à assistência de qualquer estudante da USC. Apenas terám voz nas reunions da Coordenadora duas pessoas por Faculdade, que serám eleitas previamente polas suas respectivas assembleias e que poderám exercer um só voto. Em todo caso, a Mesa da Coordenadora poderá ceder a palavra a outras e outros assistentes se assi o estimam pertinente as vozeiras e vozeiros presentes.

Aliás, as assembleias que nom cheguem a 5 pessoas reunirám-se em assembleia mista e terám as mesmas condiçons nas reunions da Coordenadora ca as assembleias ordinárias de faculdade. A circunscriçom para cada assembleia mista será a de campus para melhorar a sua viabilidade e funcionamento.

Nas três primeiras assembleias da Coordenadora deverám assistir um mínimo de 5 pessoas por assembleia para garantir que existe efectivamente um número mínimo de pessoas implicadas. Quando se cria algumha assembleia nova deverám tamém acreditar-se polo mesmo procedimento nas suas três primeiras sessons. Por esta mesma razom, recomenda-se rotaçom na presença de representantes de Faculdade nas reunions da Coordenadora na medida das possibilidades de cada assembleia de centro.


5.- Tanto nas convocatórias extraordinárias como na ordinária o sistema de votaçom é o que a seguir se descreve:

a.- Procurará-se sempre o consenso e forçar votaçons será o último dos recursos. Cada assembleia conta com um único voto,

b.- Em questons de substáncia ideológica e / ou organizativa a maioria necessária é de três quartas partes do total das assembleias presentes.

c.- Para as restantes actividades (projectos, agitaçom, concentraçons, etc.) avondará com a maioria simples.


6.- As tarefas que desenvolva a Coordenadora devem ser executadas polas diversas assembleia de faculdade para que sejam mais dinámicas e operativas. No entanto, se, as circunstáncias o requerem poderám criar-se reunions sectoriais (finanças, agitaçom, etc.) onde assistirá umha vozeira ou vozeiro por assembleia, em reuniom extraordinária e limitada a esses representantes com o mesmo sistema de votaçom ca o da Coordenadora.

Contodo, estas comissons nom som soberanas e deverám elevar as suas propostas para serem aprovadas nas respectivas assembleias e posteriormente na Coordenadora.


7.- As propostas de acçom nom som revogáveis umha vez aprovadas.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Palestra sobre o novo Master de Secundária

O presente texto é um resumo do que achegárom os diversos ponhentes durante a palestra sobre o novo Master de Secuntária departida na sala 5 da faculdade de história esta terça-feira às 19:00 horas, por mor das exíguas 20 prazas que se reservam para as licenciaturas de Arte, História, Geogragia, Filosofia, Económicas e Ciências Políticas.
Afinal, engadem-se algumhas consideraçons próprias. Tenha-se tamém em conta que o resumo de cada ponhente se fai através de notas pessoais e que, portanto, nem sempre respoderám exactamente ao exposto polos exponhentes, mas tenderá a reproduzir o sentido das suas intervençons.

Bermejo, professor da faculdade de História

Por enquanto a faculdade de filologia conta com 80 prazas a faculdade de história apenas conta com 20. Tendo em conta que no grao entrárom 200 alunos a rátio é de 1-10.
Em todo este processo o que domina é o despilfarro, a desorientaçom e a impostura. Um grao sem master nom vale para nada e os masters som poucos, selectivos e caros no modelo anglo-sajom que se implementa agora na UE através dumha reconversom industrial aplicada ao ensino que se chama Plano Bolonha.

No Estado espanhol nom hai mercado para a universidade polo que a adaptaçom da universidade ao mercado nom deixa de ser umha bonita declaraçom de intençons. Em Lugo, a titulaçom de Humanidades desaparece e passou-se a chamar "Ciências da Cultura e gestom cultural" para espantar a pantasma das depauperadas humanidades e com um programa e um plano de estudos improvisado para defender os interesses do profesorado.

Destarte, nom se estabelece um Master racional, mas masters adaptados aos desejos de cada professor que, no entanto, tampouco som os grandes beneficiários do novo Plano Bolonha, mas permite-se que cada professor imparta o que queira e assi evita-se a mobilizaçom social contra a reforma.

O único master que tem lógica e validez é o do mestrado, já que os demais nom som reconhecidos polo mercado. O interês em que se fagam masters é para recaudar fundos, por isso hai que recortar o número de prazas do master docente. Entom, os masters som apenas instrumentos recaudatórios. Podemos afirmar, finalmente, que a realidade refuta que os destinatários dos masters sejam os alunos e nom os professores.

Afonso Garcia Tobio, professor de sociologia

O Master de Secundária é umha cadena de despropósitos. A titulaçom de psicopedagogia desaparece e os docentes passarám a dar aulas neste master, com mais carga de docência e com professores contratados em precário (impartindo muitas horas e em Lugo e Compostela).

Por cima de 50 milhons de euros moverám-se neste novo mercado criado ex nihilo. Articula-se apresuradamente e às caladas para evitar os protestos e as pressons do estudantado com a maioria da comunidade docente cúmplice enquanto a deixem fazer. Os alunos passam a ser clientes deste novo mercado e de Bolonha com créditos empréstimos, o saber convertido em mercadória ou, em termos mais proféticos, a casa do conhecimento convertida numha cova de bandidos.

O master intensificou o trabalho dos professores e a precarizaçom do seu trabalho. O estudantado tem que dedicar-se a tempo completo a um master que passará dos 300€ dos CAP aos 1.200€ da USC, os 833€ de València, os 1594 de Castela e Leom ou os 1700€ da UNED. Isto na pública e com carácter excepcional para este ano ao acolherem-se pola crise ao intervalo mínimo estabelecido polas CC.AA, já que a tendência será ir homologando-se com a privada.

O inçado dos preços equipararám-se com o tempo pois com os 9000€ da universidade Complutense, os 4200€ da Pontifícia de Comillas, os 4100€ de Salamanca, os 6000€ da Camilo José Cela, os 7500€ da Afonso X, etc.

O ano passado havia 50.000 matriculados para o CAP em todo o Estado espanhol. As universidades públicas oferecem apenas 6.000 prazas e o cálculo de solicitudes é de 25.000 alunos, ou seja, 19.000 pessoas serám carne de canom para as privadas. O negócio é mais do que evidente.

Júlio Rodrigues (coordenador do Master de Secundária)

A história dos títulos universitários fixo-se sempre desde o pelelho do professorado que estava implicado nesse momento. As prazas oferecidas para a Galiza nom chegam a 50% das pré-inscriçons. A oferta de prazas depende da Conselharia que segue com a política da "austeridade" como se desprende do brutal acurtamento que sofrírom os orçamentos da USC. A Conselharia fai e desfai sem nengum tipo de oposiçom e o Processo de Bolonha acelera os tempos da mercantilizaçom do ensino e a depauperaçom das universidades.

Os licenciados quando começamos a carreira nom fomos advertidos desta reforma e, portanto, temos direito a continuar com o extinto CAP. Mas aplica-se-nos um decreto da era Aznar que aproveita habilmente Laura Sanches Pinhom para converter-nos já em vítimas da "universidade à bolonhesa" de que falava Miguel Anjo Fernám-Velho.

CODA

Quê fazer? Esta pergunta parece ecoar agora entre os que padecem os primeiros embites do Plano Bolonha. É demasiado tarde para reagir? Nom é demasiado tarde para perder a esperança porque o estudantado galego tem demonstrado noutras ocasions que é capaz de dar a cara e enfrontar os embites do grande capital. A soluçom é clara. Historicamente só se tenhem atingido êxitos nas vindicaçons sociais através da mobilizaçom e a luita na rua. O estudantado deve auto-organizar-se através de assembleias de faculdade que se coordinem logo a nível USC e caminhem para umha greve geral indefinida até que as nossas demandas sejam ouvidas:

- Paralisasom do Plano Bolonha e racionalizaçom da reforma universitária para que advogue claramente por umha universidade pública dotada dos suficiêntes recursos para ser universal e de qualidade e nom elitista e classista.

- Garantir que o Master de Secundária seja universal e público, quer dizer, com taxas assúmiveis polo estudantado e bolsas directas para o sustentamento do estudantado. Aliás, todas licenciadas e todos os licenciados devem ter oportunidade de curar este master, polo que se deve incrementar o professorado e os meios para que todo o estudantado poda aceder ao master sem limite de prazas.

Só fica um caminho, a auto-organizaçom e a luita. É urgente rearmar o tecido estudantil e criar consciência crítica entre o estudantado para evitar a mercantilizaçom do ensino e a morte da universidade pública. Somos mais e assiste-nos a razom. Estudante, organiza-te, revolta-te e luita!




+ Info:

-Veja-se o post incluído neste blogue com o vídeo dumha palestra sobre a universidade aparecida em Correo TV.

- Os anos passam, os problemas som os mesmos:



- Para umha opiniom pessoal mais desenvolvida sobre estas questons veja-se o artigo:

"A língua da Galiza perante o repto dumha educaçom privada e centralizada"


terça-feira, 10 de novembro de 2009

V Assembleia de filologia

Assistência: 6 pessoas (César, Ana, Lídia, Ánia, Rosa e Antom).


1.- Organizaçom
+Eleiçons USC: Ana encarrega-se da estáncia e como o prazo remata a vindoura segunda-feira esta semana hai que tirar cópias dos boletos de identificaçom dos candidatos e reunir-nos a quinta-feira às 17:00 horas. Ánia e Lídia ficam como responsáveis de entregar logo os papéis assinados.

+ As brochuras já fôrom repartidas hoje, terça-feira, despois da assembleia.


2.- Actividades
+ Já chegárom quase todos os programas modificados e as titorias para as matéricas sem docência já estám arranjadas para inglês, latim, alemám e grego.

+ Solicitou-se, mais umha vez, a instalaçom dumha máquina de pensos que já fora solicitada por Ana quando estava nos Comitês. Polo visto só hai umha empresa que oferte este serviço e deve temer que nom seja rendível adiando a sua instalaçom malia as chamadas do decano da faculdade.

+ No tocante à cafetaria os centros que nom a tenhem unificarám os provedores de máquinas para regular preços. Os que a tenhem como filologia, e segundo o indicado polo vice-gerente de assuntos económicos, José Antom Freire, contam com concesons longas de 10 a 20 anos (a nossa data do decanato de Mercedes Brea). O decano está disposto a organizar umha reuniom com José Antom Freire, polo que devemos estabelecer umha data e decidir quem assistimos, informando-nos sobre as condiçons para revocar a concesom, os prazos da mesma... Ana fica de responsável para trazer os requisitos com os que elaborar queixas polos preços e o serviço da cafetaria. Noa Presas tem a folha com a comparativa de preços polo que a ver se no-la pode deixar ou a trai à próxima assembleia. Tamém o decano se compremeteu a revisar o acordo de sanidade da faculdade.

+ Reuniom limpeça: marcada para o 19, quinta-feira, de 18:15 a 18:30 (Ana, César, Helena, Rosa e Antom).


3.- Coordenadora
+ Falar com as outras assembleias para fazer um protesto conjunto diante da reitoria polos preços da cafetarias.

+ Haverá umha entrevista na televisom sobre Bolonha e dérom-nos um contacto por se queremos participar.

4.- Outras

Actividades pendentes
: Jantar (decidir menú para a semana), vozeiros, FAQ, Semana das Letras a Carvalho Calero...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

IV Acta da assembleia de filologia

IV Assembleia de filologia 3-11-09

Assistírom sete pessoas (Lídia, Ánia, Helena, César, Rosa, Ana e Antom).
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1.- Organizaçom

- Eleiçons USC do 3 de Dezembro: o praço para a apresentaçom de candidatos vai do 6 ao 16 de Novembro e para filologia hai 61 postos a cubrir no 1º e 2º ciclo. Cumpre tirar cópias do Boleto de Identificaçom de cada candidato, a sinatura e como encarregadas das estáncias nomeou-se a Lídia e Ánia.

- Reuniom com o decano [Ana]:
+ Matérias extintas: esta semana saem os nomes dos professores encarregados das titorias. Porém, estám pendentes ainda de que a reitoria modifique o programa de avaliaçom.
+ Cafetaria: na Primavera haverá que sacar umha campanha de venda alternativa como a do ano passado que consciêncie sobre o problema dos abusivos preços. A USC pretende nestes momentos fazer umha concesom única para as máquinas que permita regular e estipular preços mínimos. A idieia é falar com outras assembleias e fazer um protesto conjunto na reitoria, que é a que tem as competências sobre as concesons.
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2.- Actividades

- Limpeça: fixou-se a reuniom com as trabalhadores e os trabalhadores para o dia 19, quinta-feira, entre 18:15 e as 18:30 e confirmárom a sua assistência Ana, Helena, César, Rosa e Antom.

- Jantar: para a semana decidirá-se o menú desta actividade pensada para autofinanciar-nos. Acordou-se vender os bonos por adiantado e celebrar o jantar numha aula da faculdade. Tamém devemos estabelecer a data e a gente disposta a colaborar.

- Brochura: a espera de maquetaçom

- Vozeiros: no de AGIR elaborará umha pessoa as respostas e logo someterám-se as emendas que a assembleia decida. No da ASSEMBLEIA a periodicidade será quatrimestral e em A3. Deverá-se-lhe buscar um nome e as secçons propostas som:
+ Artigo de opiniom dum professor: nº1 José Luís
+ Artigo sobre a limpeça: nomear responsável de redacçom
+ Artigo sobre Bolonha: nomear responsável
+ Artigo sobre tema filológico: alguém propuxo fazer um sobre o conceito de
Lusofonia e as últimas críticas e propostas sobre
este conceito.

- Elaborar um inquérito de satisfacçom sobre a cafetaria: nomear responsável de redacçom do conteúdo e propor umha data para impresom, elaboraçom, etc.

- Regeneracionismo: elaborar um FAQ para repartir com o vozeiro e nas palestras da assembleia. César Campos ficou de encarregado de pedir permiso à Gentalha para publicá-lo.

- Semana das Letras Galegas: elaborar já um cartaz genérico de promoçom (responsável Ana). O conteúdo é umha image de Carvalho Calero e o textual seria: HOMENAGE A CARVALHO CALERO-SEMANA DAS LETRAS GALEGAS 2010-Maio 2010-Assembleia de filologia-http://assembleiadefilologia.blogspot.com

- Houvo umha proposta para a projecçom do programa Faladoiro com as intervençons sobre a universidade de Bermejo, Barreiro e outros professores da USC onde se analisa o Plano Bolonha e as suas conseqüências (estám colgados já no nosso blogue).
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3.- Coordenadora

- Ainda sem nengumha novidade infelizmente.
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4.- Finanças

Para a semana encorajamos as e os integrantes da assembleia para que elaborem propostas encaminhadas a gastar os quartos que temos disponíveis para cópias.
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5.- Outros

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

III assembleia de filologia

27 de Outubro de 2009 às 14:15 horas na sala 15. Apenas assistírom três pessoas (César Campos, Helena e Antom Fente) e Ana Teixeira desculpou a sua ausência.

1. Organizaçom

- Comissom cultural: sem novidades destacáveis.

- "Galego sempre mais": ainda nom temos resposta para elaborar umha palestra com eles enquadrada numhas pequena "Jornada da língua". Polo de pronto contestárom desde a "Mocidade pola língua" a quem nom ia redigido o correio como entidade, mas apenas como membro dumha plataforma.

2. Actividades

- Entrevista à assembleia de filologia para o vozeiro de AGIR

- Brochuras: enviar-lhas a Ibám

- As trabalhadoras da limpeça param sobre as 18:30 horas, polo que temos que estabelecer umha data para combinar com elas.

- Reuniom com o decano para a rolda informativa a todo a alunado:
a. Titorías das matérias extintas: ainda nom se reuniu com os responsáveis, pois um departamento se integra noutro, polo que o director está em funçons. Porém em princípio esta semana terá todo solucionado. Ana Teixeira combinou com o decano nesta quinta-feira para confirmar pormenorizadamente isto.
b. Horários do grao: reconheceu que foi um erro deles, e aseverou a aplicaçom dumha soluçom imediata. As faltas por culpa do horário: para os alunos que tenham faltas por mor dos horários devem falar com Carracedo para dar-lhe os seus nomes, para que el avise aos professores em questom para que lhe tirem as faltas.

- Uso da exposiçom sobre Carvalho Calero desenvolvida pola Fundaçom Artábria na homenage que este ano imos desenvolver com motivo das Letras Galegas alternativas que propomos.

- Elaborar um vozeiro próprio em filologia que trate: temas filológicos, a greve da limpeça, Bolonha e algum artigo de opiniom dalgum professor desta faculdade (foi proposto José Luis Rodrigues do departamento de português). O formato seria em DIN-A3.

-Em Novembro, entre o 6 e o 16, devermos apresentar as candidaturas para a Junta de Faculdades e o dia 3 de Dezembrom som as votaçons, havendo 61 membros para o 1º e 2º ciclo em filologia. No registo da universidade deveremos entregar umha instáncia como os nomes de todos os candidatos e umha cópia do seu Boleto de Identificaçom e um abaixo-assinado conjunto.

3. Coordenadora


- A assembleia de políticas já está enterada do nosso convite para retomar a coordenadora, mas ainda nom se tenhem reunido internamente.

- A assembleia de história ainda nom funciona, já que é "accidental" e centrada na perda do local de estudantes nessa faculdade.

- A assembleia de jornalismo está impulsada polos Comitês e centra-se polo de pronto apenas na normalizaçom lingüística polo que haverá que aguardar se toma corpo como entidade de seu ou apenas é um apéndice dum sindicato estudantil para involucrar a novas pessoas.

4. Finanças e material


- Líquido: 5€

- Para fotocópias e material: 170€

A mercantilizaçom do saber

Sob o título "O sistema educativo axeonllado ante o mercado" vê a luz em Altermundo esta interessante reflexom de Santiago Quiroga, mestre e activista social, que foca, como nom podia ser doutro jeito, a mercantilizaçom do ensino superior através do Plano Bolonha, panaceia do ultraliberalismo em crise.

[...]

As políticas neoliberais están estreitamente vencelladas ao crecemento exponencial da escola “pública” concertada; na Comunidade de Madrid, baixo o mandato do PP, as aulas concertadas pasaron de 8.041 no curso 1999/00 a 11.028 no curso 2004/05, o que supón un aumento do 37% en 5 anos; ademais, a CAM é a rexión onde máis creceu no curso 2004/05 o alumnado dos colexios privados, con 10.824 alumnos máis, é dicir un incremento do 125% (Burgos Tejero, 2006). Outro dato revelador é que a inversión en investigación militar supera en 300 veces o presuposto destinado á investigación educativa (Toribio Barba, 2008).

[...]

Con este panorama, ¿debemos rexernos moralmente por políticas educativas que estimulan a competencia, se alicerzan na desigualdade social e domestican ao pensamento? Eu, como docente, non.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A língua da Galiza perante o repto dumha educaçom privada e centralizada



Hoje achegamos um artigo dum membro da assembleia que foi publicado gentilmente fai um tempo em Altermundo e que achamos interessante recuperar nestas datas pola caótica implantaçom do grao que confirma muitos dos nossos temores. O artigo é umha versom extensa do exposto pola Assembleia nas Jornadas sobre o bilingüismo do passado curso (ponto quatro).



Sinopse:
Nesta breve palestra tentaremos expor ao longo de quatro pontos que é Bolonha em linhas gerais, mas soterradas polos média, para podermos compreender o verdadeiro alcance do Plano e assi poder determinar o futuro que se pode beliscar para o galego, que, em todo caso se presume preto ou mui preto.

Acta da II assembleia do curso 2009/2010

A continuaçom fazemos umha acta-resumo da assembleia correspondente ao dia de hoje. A assistência foi de doze pessoas.

1. Apresentaçom da assembleia para as novas incorporaçons

2. Organizaçom

a) Comissons

- Biblioteca (Ana Teixeira): para o presente exercício nom haverá orçamento definido para a adquisiçom de livros, o que pode provocar que se produzam petiçons massivas (algumhas delas superfluas) que restem quartos para adquisiçons realmente necessárias. Aliás, o fundo bibliográfico da nossa faculdade necessita dumha ampliaçom de aqui a dous anos (o que atinge à nova equipa decanal).
Os alunos podem sugerir livros polo que combinamos em que elevaremos petiçons desde a Assembleia de Filologia ao respeito.
- Docência: Jacobe nom pudo assistir ao nom comunicar-se-lhe a hora fixada para a convocatória desta comissom. Pretendia-se que a gente de Erasmus nom pudesse exceder número de troncais, o qual é presupor que o nível fora é menor ao da USC - e aqui entramos na falha de coerência com Bolonha-. Tanto os Comitês como a Assembleia de Filologia mostramos a nossa oposiçom. O que si se aprovou foi a necessidade de fazer a matrícula num número mínimo de créditos para evitar que as pessoas com um alto expediente foram de Erasmus com escassas matérias.

b) Concentraçom "Galego sempre mais" e "Queremos galego"

Valorou-se coma um sucesso a concentraçom do passado Domingo, sem obviar por isso certas deficências organizativas e a instrumentalizaçom da plataforma "Queremos Galego".

Extracto da valoraçom desde o espaço web de Galego Sempre Mais:

Centenas de pessoas somárom-se à coluna reintegracionista na manifestaçom em defesa do idioma do dia 18 de Outubro. Tal como tínhamos feito no 17 de Maio, a nossa plataforma voltou a convocar com a cor laranja como identificativo e umha faixa de cabeça com a legenda 'Contra o bilingüismo, pola hegemonia social do galego'. Umha marcha alegre e combativa que concluiu na praça do Toural, onde Séchu Sende e Beatriz Peres alternárom a leitura do manifesto da Plataforma Galego Sempre Mais.
http://galegosempremais.net/



c) Actualizaçom da listage de endereços electrónicos

3. Actividades

- Reuniom com o decano Ernesto para combinar umha Rolda Informativa sobre as incompatibilidades dos horários dos grados - o que é ainda mais grave polo cómputo de faltas de assistência- e a falha de docência em matérias de 1º pendentes. [encarregada: Ana Teixeira].

- Reuniom com as trabalhadoras da limpeça [Ana Teixeira] para concertar umha reuniom para conhecermos melhor a sua situaçom actual e possíveis soluçons.

- Jornadas da língua [César falará com a plataforma "Galego sempre mais"]. Na seguinte assembleia fixaremos praços e orientaçom [eu proponho incluir aqui tamém algo sobre Bolonha e o Mestrado, críticas e o nosso posicionamento].

- Juntas de faculdade [adiado para a próxima assembleia]

- Jantar [adiado]

- Preços cafetaria [adiado]

- Eleiçons a decano e reitor. Campanha sobre a falha de democracia e trasparência interna na universidade [adiado].

- Semana de homenage ao professor Ricardo Carvalho Calero polas Letras Galegas: palestras, acto simbólico de homenage, etc. [Poderia-se mirar de organizar umhas jornadas convalidáveis por um crédito com palestras que foquem a figura tamém a figura de Ugio Novoneyra e a de Manuel Maria - havia umhas jornadas dos antigos CAF a este último que nunca se realizou].

4. Coordenadora

- Contacto com as assembleias de História e Jornalismo [Helena].

- A assembleia de Ciências Políticas ainda nom respondeu ao nosso chamamento.

- Fixar umha data para a primeira reuniom de trabalho em que se presente a última acta (regulamento) e se reactive a sua configuraçom.

5. Finanças e material [adiado até a próxima assembleia]



6. Vários

- Próxima assembleia, Terça-feira às 14:00 horas. Prega-se pontualidade.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

REUNIMO-NOS TODAS AS TERÇAS ÀS 14h NO LOCAL DE ESTUDANTES DO 3º ANDAR.
Participa, opina, debate ou achega as tuas queixas ou sugestons.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Acta da I assembleia de filolologia curso 2009-2010

1.- Organizaçom

Eligírom-se alguns encarregados para desenvolver algumhas tarefas concretas, se bem qualquer pessoa pode participar delas se assi o deseja:

- Responsável de finanças e material: Helena
- Responsáveis comunicaçom: Jacobe (endereço electrónico) e Antom (blogue)*.

Objectivos
- Participar na concentraçom a prol do galego do vindouro dia 18 dentro da Plataforma Galego Sempre Mais, a que pertence desde o passado ano a Assembleia.

- Oposiçom ao Plano Bolonha. Combinarám-se as análises totalizadoras e de oposiçom total ao novo plano, já clássicas por outra banda, com campanhas que permitam umha focage mais pragmática e digirível por parte do estudantado. Neste sentido a oposiçom ao mestrado deve ser clara como umha das mais imediatas e lesivas conseqüências da implantaçom do novo plano.

- Eleiçons a reitor, decano, etc. Deveremos incidir mais umha vez na falha de democracia no processo de eleiçom e da absoluta insignificáncia da participaçom do estudantado no processo.

- O horário para as assembleias ordinárias fica do seguinte jeito: Terça-feira às 14 horas, que é o mesmo do passado ano.

- Assistência as Juntas de Faculdade e comissons.


2.- Actividades

- Campanha para a integraçom de novos estudantes na assembleia de filologia:
a) Desenho de cartazes para colar pola faculdade com umha consigna atractiva.
b) Brochuras explicativas para repartir entre o estudantado**

- Ceder espaço para actividades da plataforma Galego sempre mais na faculdade de filologia.

- Palestras informativas sobre o Plano Bolonha e visualizaçom da nossa postura ao respeito.

- Jornadas da língua

- Implicaçom com o conflito das trabalhadoras e trabalhadores da limpeça na USC, aspecto em que fomos pioneiros no passado curso. Jacobe encarregará-se de contactar com as trabalhadoras e os seus representantes sindicais para fornecer-lhe o nosso apoio e propor algumha actividade conjunta.

- Jantar popular para recadar fundos e publicitar-nos entre o estudantado.

- Campanha contra os abusivos preços da cafetaria como parte da estragia de oposiçom a privatizaçom de serviços, umha das manifestaçons mais visíveis da mercantilizaçom do ensino superior - acrescentada agora com a importaçom do modelo ultraliberal usamericano através do Plano Bolonha-.

- Qualquer outra que aconselhe o funcionamento da assembleia ao longo do curso.

3. Coordenadora de assembleias

- Encaminhar para já um correio anunciando a nossa participaçom na concentraçom do 18 dentro do colectivo Galego Sempre Mais às 12 no palco de entrada da Alameda.

- Fixar umha data para a primeira assembleia e adjuntar a acta anterior, cujo único ponto era a aprovaçom do regulamento.

4. Juntas de faculdade

- Participaçom e posturas a desenvolver

5. Finanças e material

- Este ponto fica adiado até a próxima assembleia em que a responsável nos informará do estado das contas.

6. Vários

- Fazer umha(s) cópia(s) da chave do local de estudantes do 3º andar


Encaminhade coma sempre a quem nom for enviado este correio (porei contodo a acta no blogue a vossa inteira disposiçom). Sem outro particular, recebede umha aperta irmandinha do Antom.




* A participaçom no blogue é aberta a todas aquelas pessoas que assi o desejem. Apenas é necessário para participarem encaminhar-lhe um correio ao encarregado para que os engada aos administradores do blogue. A direcçom do mesmo é:http://www.assembleiadefilologia.blogspot.com/
** Na quinta-feira às 15:30 farám-se os cartazes e Héctor fica encarregado do texto das brochuras. Colarám-se os cartazes na segunda-feira às 8:30.

Orde do dia da I assembleia de filologia 09-10

Assembleia de Filologia convocada para o dia 13 de Outubro com a seguinte ordem do dia:

1. Organizaçom:

- Apresentaçom da Assembleia: como nos organizamos, como trabalhamos e que nos diferencia das organizaçons/sindicatos de estudantes
- Eleiçom dumha/dum responsável de finanças, material e comunicaçom.
- Marcagem de objectivos para este novo ano. Debate sobre as campanhas a considerar prioritárias (nom podemos estabelecer um calendário de trabalho se nom temos mui claro antes onde devemos pôr os nossos esforços).
- O Processo de Bolonha: debate das medidas a tomar pola Assembleia de Filologia ante a imposiçom dos graus no primeiro curso
- Estabelecimento dumha data fixa para as vindouras reunions
- Realizaçom dumha listagem de correios

2. Actividades:

- Actividades pendentes do ano académico 08-09:
- jantar
- altos preços da cafetaria
- Proposta de novas actividades para este novo ano

3. Coordenadora:

- Leitura da acta da última reuniom (ano académico 08-09) na qual foi aprovada o regulamento
- Retomar a Coordenadora: restabelecer o contacto com as outras assembleias e estudantes que assistiam às reunions e pôr umha data para umha nova reuniom.
- Debate dos pontos a tratar na nova reuniom e realizar a ordem do dia da mesma.

4. Juntas de Faculdade e comissons de faculdade

5. Finanças e material
- Auto-financiamento
- Compra de material

6. Vários

Agradecemos a vossa assistência de antemao, cumprimentos.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

I assembleia de filologia curso 2009-2010

A vindoura terça-feria, dia 13 de Outubro, convoca-se a primeira assembleia de filologia às 18:00 horas na sala de estudantes do terceiro andar.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Umha nova andaina para assembleia com novos e velhos reptos


Começa o novo curso e reanudamos as nossas actividades inevitavelmente atafegadas polo verao. Em pouco tempo aguardamos celebrar já a nossa primeira juntança e fixar umha data estável para as assembleias periódicas, toda vez que por incompatibilidade de horários houvo que adiar a que estava prevista para hoje as 17:00 horas.

Este é um ano difícil. Difícil pola desmovilizaçom já quase crónica do estudantado galego que pesa como umha lousa à hora de luitar e defender os nossos direitos. Difícil porque a entrada em vigor de Bolonha fai já quase impossível umha volta atrás na mercantilizaçom e privatizaçom do ensino superior público. Porém fica sempre a esperança, e perante os novos reptos devemos fornecer análises acaídas que fagam novamente tomar consciência a uma maioria social do estudantado dos seus problemas e eivas, permitindo a constituiçom dum verdadeiro ensino galego, de qualidade e antipatriarcal. Umha esperança que aguardamos poda canalizar-se através da criaçom dumha coordenadora de assembleias que serva de altifalante e coesom do trabalho livre e independente de cada umha das associaçons de estudantes da USC.



Mais umha vez ficamos abertos a sugestons de qualquer tipo que poderedes enviar ao nosso endereço electrónico.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Desodorantes e sonatas universitárias

Mareas e resacas despois das Juntas de Faculdade, e o "pailebote" manoelantoniano paira, que paira que paira por cima das nossas cabeças. A espada de Damocles "à bolonhesa" achega-se passeninho e imos ficando sós, os inconscientes e mais nós.

Que o funcionamento da faculdade nom é democrático nom é nengum segredo, ainda que em grande parte isso nom seja responsabilidade da equipa decanal, mas do desenho mesmo do funcionamento interno dos centros. O estudantado nom tem nas Juntas de faculdade nengum impacto, nem capazidade de decisom dos órgaos "democráticos" da faculdade, ainda participando deles. Nas Juntas de hoje constatou-se umha realidade bem triste. Sem apenas participaçom do estudantado, o qual é normal ao viver de costas a estes processos e tendo em conta a altura em que estamos, mas tampouco do professorado. A estas alturas resulta evidente que nom haveria nengum problema para que as Juntas fossem abertas a todas aquelas pessoas que quigessem participar, forem ou nom eleitas.

Durante todo o ano segundo o regulamento deveriam celebrar-se três Juntas, para além de que nom se cumprisse isto, o sector mairitário desta faculdade desconhece por completo o funcionamento da mesma e pouco ou nada se fixo durante décadas para mudar esta vergonhenta situaçom. Como dizia o Carvalho, "esperamos contra toda esperança" que já nom é pouco afeitos como estamos ao sabor das derrotas.

Os novos Planos passárom-se-nos como formalismo para aprová-los à búlgara na Junta de Faculdade e em plenos exames, portanto, sem tempo para que o estudantado os leia e se posicione. Estavam no espaço em rede da USC. Estavam, mas nom deixavam aceder a eles. E ainda que se pudesse aceder a eles, custa tanto umha juntança aberta com todo o estudantado para explicar um mínimo, para erguer o interesse e a consciência estudantil? Estas som as acçons (desconhecimento, obscurantismo, etc.) que nos encaminham a falar de eivas democráticas sérias na faculdade de filologia, ou por acaso nom temos mais de 18 anos para exigir democracia e ser tidos em conta?

Por outro lado, chega um ponto onde, em vendo a desídia geralizada gerada pola desinformaçom do estudantado, um já nom sabe mui bem que fai numha Junta. Já nem sequer é necessário celebrar eleiçons, coma com o famoso artigo 29 da Lei eleitoral de Maura na I Restauraçom bourbónica, destinado na retórica oficial a acabar com o caiquismo. E aqui eu, na II Restauraçom bourbónica, já me começo a perguntar se realmente estamos representando a alguém ou perdendo um tempo precioso para dedicar a outros menesteres.

Que duro é ter umha ética de esquerdas! Horas e horas perdidas e deitadas ao fundo do caixote do lixo. Batalhas perdidas a esgalha... mas o dever, ai o dever sempre petando na porta; a liberdade que lá sentimos no fundo do nosso coraçom e que nos berra aquilo do Branhas "como em Irlanda, como em Irlanda, ergue-te e anda".

Bolonha a sangue e fogo, com o fumo que nom permite ver o que realmente é esse processo ao estudantado. O "pensamento único" neoliberal atafega, esgana e afoga a prazer o último reduto crítico e a educaçom em geral e as humanidade em particular degradam-se até limites vergonhentos, enquanto a empresa e o grande capital fam negócio na universidade pública e a cultura geral e a da ficçom dos média. In media res, deve ser agora no meio da cousa, da cousa pública, a tam deostada Res Publica.

E o estudantado? Ao estudantado dá-se-lhe umha liçom megistral de despreço, a máxima degradaçom desde o franquismo. Já nom pintamos nada, se é que algumha vez debijamos algo mais ca cábalas no ar. Temos deveres, nom direitos, e o dever fundamental é pagar religiosamente as nossas matrículas. Universidade galega...? Equivocava-se o Carlos Casares com aquilo de "colónia ou champú", porque hai e ainda haverá mais cadaveres apodrecendo o ar, máxime quando o estudantado se endevede com umha entidade bancária para rematar umha carreira na universidade pública. Mais umha vez, eu fico, coma o Beiras, com aquilo de que "nem colónia, nem champú; desodorante", que boa falha fará para perfumar a esta sociedade "pós". Seica pós-moderna, seica pós-industrias e até para alguns seica pós-fascista.

Bem-vindos ao mundo da liberdade, o melhor dos mundos possíveis. "Duro cravo me cravaches com este teu triste sorrir". E mentres a universidade pública arde D. Bastos, novo coordenador na USC para a adaptaçom ao Espaço Europeu de Educaçom Superior, ordena-lhe à banda municipal que comece a tocar outra sonata... Clavelitos, clavelitos, clavelitos de mi corazón!.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Jornadas sobre bilingüismo

O seguinte linque encaminha-vos para o texto íntegro da palestra organizada pola Assembleia de Filologia no marco das "Jornadas sobre bilingüismo" no que naquela ocasiom tam só se desenvolveu o quarto ponto ("Língua e naçom. Bolonha e a desgaleguizaçom do ensino para a definitiva assimilaçom lingüística") polo tempo disponível. Assi pois, publicamos agora a totalidade do texto e aproveitamos para agradecer a Manoel Santos e o Colectivo Altermundo que facilitassem a sua publicaçom.

http://www.altermundo.org/content/view/2429/220/

Ao mesmo tempo, aproveitamos para anunciar que a próxima Junta de Faculdade se celebrará nesta quinta-feira às 10 a.m. e à que assistiremos malia o descontento lógico que já denunciamos polo seu funcionamento obscuro e a nula merge de participaçom e incidência que nelas tem o estudantado.

Por outra banda, na semana passada figemos um balanço de todo o trabalho levado a cabo este ano e decidimos formar parte das comissons de faculdade como representantes estudantís e para tentar desde aí manobrar a favor dos interesses comuns do estudantado.

Assembleia de Filolofia da USC

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Quando o livro nom deixa ver ao sacho mal imos acho...

Nasci de pais labregos e sentirei-me sempre um rapaz da aldeia, fachendoso disso. Meus pais, meus avôs e todos os que me precedêrom ganhárom o pam regando os sulcos abertos na terra com a sua suor, por isso nom pudem mais que encher-me de ledícia ao ver como os tractores preenchiam as ruas compostelanas exigindo um preço mínimo para o leite, coma o que se estabeleceu na França.

Porém, qual foi a minha surpresa ao ver que negumha organizaçom estudantil tirou nengum comunicado nem dixo umha soa palavra sobre o agro e a sua situaçom, nem umha soa sobre os protestos que estes dias todos vírom em Compostela. Nom vai com nós? Ou som eu por acaso o único filho de camponeses da Galiza na universidade?

Sus señorías estarán muy ocupadas haciendo la revolución en otros frentes... sigam mercando leite francês, atirando pedras contra o seu telhado e esquecendo-se das classes populares e trabalhadoras deste país. Logo, coma sempre, montem coloridos protestos sentido-se o centro do mundo e queixando-se do pouco apoio social recebido. Cada um ao seu, e o PP ao de todos.

Eu solidarizo-me com os gandeiros e a assembleia de filologia tamém. Aguardo que outras organizaçons com mais repercusom mediática tamém o fagam, pois este post é algo apenas simbólico que cumpre fazer por um mínimo de ética e dignidade.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Filologia, umha outra democracia orgánica como a do franquismo?

No mês de novembro a reitoria, ofertava-nos a bombo e pratos as eleiçons à Junta de Faculdade, para demostrar o caracter democrático desta Universidade controlada polas empresas e o capital privado. Mas esta transparência democrática, enturpa-se já no mesmo dia em que as devanditas eleiçons rematam.

Ademais do questionavel caracter democrático deste organismo, no que o estudantado nom está realmente representado, debido ao restricto que é o nosso voto; o decano de filologia deve têr medo nom sabemos muito bem a que, porque no que vai de curso aínda nom convocou nengumha Junta em contra do que dita o regulamento.

Queremos salientar que a Assembleia só vai a essas juntas com a intençom de têr acceso de primeira mao a informaçons que se ocultam ao estudantado e que nom pertencem a este organismo repressor e mediante o qual os decanos reaccionários e a reitoria controlam o circo empresarial que é hoje em dia a USC.

Por tudo isso exigimos ao decanato que convoque umha junta antes do remate do curso e que explique ante o alumnado o porque desta carência democrática de nom querer levar a cabo estas juntanças.

Jacobe Ribeiro, membro da Assembleia de Filologia.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Perguntas à sem-razom do espanholismo com motivo da ilegalizaçom de Iniciativa Internacionalista

1)Desde quando hai que condenar umha expressom de violência para nom ser ilegalizado?

2)Pede-se-lhe acaso aos partidos que condenem, por exemplo, o genocídio permanente de Israel?

3)Pede-se-lhe ao Partido Popular que condene 40 anos de ditadura,
repressom, e assassinatos (terrorismo de Estado)?

4)Exige-se-lhe a Democracia Nacional, partido do militar que assassinou a Carlos,Josué,
que condene o genocídio nazi se nm quer ser ilegalizada?


5)Até quando e até onde vai chegar a sua teoria do "entorno de
ETA-Batasuna"? Pode-se ilegalziar o entorno do entorno do entorno até o
infinito? Nom serám eles com os seus infiltrados o grande entorno de
ETA?

6)Se nom som ilegalizadas ideias como é que na prática aquelas que
defendem o socialismo e a autodeterminaçom nunca tenhem o direito
a concorrer a umhas eleiçons para obter representantes?

7)Pode-se considerar democrático a um
Estado como o espanhol, que nom hesita em tirar os direitos políticos
mais elementares dos seus cidadaos, enquanto se apresenta como exemplo
de democracia no mundo? Talvez o seu modelo seja Uribe, ou o mesmo
Franco, instrutor do nosso monarca que nom pudo na final da Copa Rei
lançar um "porque no te callas" a duas naçons, que coma Galiza, nom
tenhem rei.

8)Pode-se, por fim, ilegalizar a Espanha por ser umha prisom de naçons; a
monarquia e a II Restauraçom bourbónica por sair dum regime genocida;
ao PP por apoiar ao franquismo dia-a-dia e ao PSOE polos GAL? Abofé que
si, alguns já o figemos porque temos ética e moral.

AFP

+ Info

http://www.kaosenlared.net/noticia/tribunal-constitucional-delibera-mientras-aumentan-voces-respaldan-ini

http://www.kaosenlared.net/noticia/conversacion-alfonso-sastre-dramaturgo-candidato-ilegalizada-iniciativ

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Grande sucesso da marcha pola língua do 17 de Maio


Mais de 40000 pessoas na marcha em defesa dos direitos da nossa língua nacional que tomem nota os que se apontam ao discurso glotofáxico do bilingüismo. Como nom podia ser doutro jeito desde a Assembleia de Filologia achegamos a nossa modesta contribuiçom a este acto e rematamos na praça do Toral com os membros da plataforma Galego Sempre Mais.
Na Galiza em galego!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

A luita do estudantadao segue e soma





Mais umha vez congratulamo-nos porque fica no estudantado um sector consciênte que nom hesita em manifestar a sua repulsa perante a mercantilizaçom do ensino, mostrando a sua oposiçom ao infame processo de Bolonha e à reforma do CAP impulsada pola administraçom Aznar e executada agora polo governo de Zapatero o que amossa até que ponto som bem levados os partidos dinásticos desta II Restauraçom bourbónica. Agora o que importa e trasladar esta consciência a novos círculos e sectores do estudantado.




A assembleia de filologia decidiu acodir como tal a esta concentraçom já que consideramos que neste momento a unidade de acçom do estudantado mais consciênte é imprescindível para atingir os nossos objectivos comuns. Neste sentido leva-nos lástima que nom exista esta unidade de acçom em todas as organizaçons e que as miras partidistas sejam em realidade muitas vezes pejas para a luita do estudantado. Nomeadamente dói-nos que a assembleia de Medicina se manifestara por separado e centrando-se em aspectos igualmente importantes, mas perfeitamente compatíveis com a luita geral o que constitui umha clara posiçom errada e narcicista e encorajamos à mesma a emendar-se e procurar tamém a unidade de luita.





BOLONHA É A NOSSA RUÍNA!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Assembleia de estudantes com @s trabalhador@s em luita

Nom só @s estudantes somos as vítimas desta contínua privatizaçom dos serviços universitários, senom que agora som @s trabalhador@s da limpeza desta e doutras faculdades @s que sofrem as consecuências: dívidas correspondentes a salários atrassados de 2006 e 2007 e umha vergonhosa falta de transparência ao ocultar a USC os acordos de equiparaçom salarial.

Ante este conflito, a Universidade opta por situar-se do lado dos capitalistas, da patronal; virando-lhe as costas às/aos própri@s trabalhador@s da instituiçom.

Desde a Assembleia de Estudantes de Filologia reclamamos a actualizaçom das nóminas do pessoal, a abonadura dos atrassos salariais assim como o cumprimento da legalidade vigente e manifestamos a nossa solidariedade com @s afectad@s.


88,74% de los estudiantes quieren parar el proceso de Bolonia (resultados de la votación oficial en la UCM)

Los estudiantes se declaran masivamente a favor de parar la implantación del EEES para debatir sobre el futuro de la Universidad pública.
http://www.kaosenlared.net/noticia/88-74-estudiantes-quieren-parar-proceso-bolonia-resultados-votacion-of

Los estudiantes de la Universidad Complutense de Madrid quieren parar a debatir.

- Ayer, 23 de abril se llevó a cabo una consulta sobre el EEES a los estudiantes de 23 facultades de la Universidad Complutense de Madrid organizada por la Delegación Central de Estudiantes.

- El 88,74% de los estudiantes consultados quieren la paralización del proceso de Bolonia para debatir sobre el futuro de la Universidad.

- Un 77,5% declara tener falta de información sobre el Espacio Europeo de Educación Superior. La poca que tienen, la mayoría de los consultados la atribuye al movimiento estudiantil.

- Otra demostración más del error de aplicación del proceso de Bolonia y de la necesidad de escuchar y preguntar a la sociedad y no decidir al margen de ella.

- Esta consulta no es suficiente. Hace falta un Referéndum Vinculante que consulte a toda la comunidad universitaria.

Ayer, 23 de abril de 2009, la Delegación Central de Estudiantes de la Universidad Complutense de Madrid preguntó a los estudiantes sobre el Espacio Europeo de Educación Superior. Querían saber si el estudiantado consideraba estar lo suficientemente informado sobre el mismo, quién les había dado esa información y si querían parar el proceso para debatir sobre el futuro de la universidad.

Los resultados fueron los esperados. Con un 15,32% de participación (llegando al 40% en algunas facultades), casi dos puntos más que la de la primera vuelta de las últimas elecciones a Rector (13,79%), el 88,74% de los consultados y consultadas quieren paralizar el proceso de Bolonia para debatir sobre el futuro de la Universidad pública. Además, un 77,5% considera no tener suficiente información sobre el proceso de Bolonia. Las Asambleas de Estudiantes de la Complutense consideran que esto es una muestra más de la falta de democracia en la aplicación del EEES.

Por otro lado, las Asambleas de Estudiantes de la Complutense siguen insistiendo en la necesidad de un Referéndum Vinculante (con posibilidad de suponer una moratoria del proceso en toda la universidad) organizado por el Rectorado de la Universidad Complutense de Madrid para que pueda ser consultada toda la comunidad universitaria.

ASAMBLEAS DE ESTUDIANTES CONTRA BOLONIA DE LA UCM






quinta-feira, 23 de abril de 2009

O estudo da filologia galega e portuguesa nos novos planos


Assembleia de Filologia, USC, Abril 2009

Agora que as eleiçons europeias som iminentes e que o Plano Bolonha se achega a sua fase inicial, ainda que o seu será um percorrido longo de conseqüências ainda nem de todo previsíveis, semelha que novamente haverá que olhar para as instituiçons europeias como um elemento tam lesivo para a Galiza como o é o Estado espanhol. Nom somos desde logo menos europeístas por dizer abertamente que nom acreditamos numha Europa dos estados que nos zanga de dia para dia, tanto no eido educativo coma no agrário ou no naval, muitas vezes acrescentando o impacto das suas medidas as políticas dos partidos dinásticos da II Restauraçom bourbónica.

Nom correm bons tempos para as humanidades e ainda menos para a filologia. O seu futuro com Bolonha é servir de complemento de formaçom para outras disciplinas, ou seja, um papel pouco diferente ao dumha escola de idiomas, numha sociedade onde semelha que os estudos filológicos, e a imprescindível análise da realidade que achegam as ciências sociais, nom som importantes, nom vai ser que podamos acusar a hipócrita, falsa e manipulada linguage dos meios de incomunicaçom. O assassínio da ética de esquerdas in nomine dolar.

No último informe europeu sobre o estado da língua galega a UE tirava à língua da Galiza do perigo de extinçom eminente polo contacto com Portugal. Pois bem, agora com o Plano Bolonha continuara-se polo caminho da separaçom, da autarquia cultural cujos resultados se percebem na descida de falantes e na quantidade de analfabetos funcionais já nom na variante extensa da nossa língua, mas tamém na ortografia isolacionista. A UE nom pode contradizer a glotofaxia e o imperialismo lingüístico do nacionalismo central do Estado espanhol, porque por cima dos povos e dos cidadaos estám o livre mercado e os estados repressores que o sustentam.

Dúzias de anos com um modelo lingüístico de costas à lusofonia e à tradiçom galeguista da nossa naçom algo podem ter a ver com esta artificial separaçom entre galego e português. Agachando aos nossos escolares a grafia na direcçom regenerada de Castelao, Risco, Joám Vicente Biqueira, Ernesto da Guerra Cal, Carvalho Calero ou Rodrigues Lapa, etc. A oficialidade apresenta-nos a autores de hai quase um século escrevendo coma no 2009 e um pergunta-se como os guardiáns da moderna ortodoxia vendem à naçom por quarenta moedas com a cara do bourbom que afirma que «nunca fue la nuestra lengua de imposición sino de encuentro». Dúzias de anos malversando quartos em estudos idênticos desde organismos em descomposiçom ou esclerose evidente, enquanto nada se fazia pola normalizaçom efectiva da língua e os seus inimigos espalhavam a auto-xenreira e o ódio contra o galego até ganhar eleiçons e chegar ao trilingüismo harmónico. Milhons perdidos em proteccionar umha ortografia da nossa língua, quando em Portugal achega umha percentage do PIB ao país nada desdenhável, milhons perdidos para recuperar falantes e levar a termo umha estratégia normalizadora efectiva. Qual é a ortografia do catalám, a histórica ou a espanhola? Adoptárom no Quebeque a ortografia do inglês? Quantos falantes mais teremos que perder para que, ao menos, se reconheça a ortografia regenerada como umha das possíveis e para ensinar o padrom lisboeta nas escolas?

O Plano Bolonha, que nos rejeitamos por mercantilizar a educaçom e já nom apenas privatizá-la, é, mais umha vez, umha ocasiom perdida de voltar a umha intitulaçom única. Continua-se com umha divisom artificiosa do romance ocidental e contraproducente, ainda quando admitíssemos a autarquia cultural do isolacionismo, posto que dificilmente se pode explicar que no novo plano um aluno poda rematar a carreira de galego sem a mais mínima noçom do português, como recorre um intitulado ao português, ponhamos por caso, para os neologismos como postulam as Normas de 2003? Já nom falemos da língua portuguesa inserida na intitulaçom de Línguas modernas: quantos estudantes optarám por esta carreira quando o número de estudantes da matéria Português é muito inferior à que hai em territórios de fala espanhola coma Estremadura? A descolonizaçom lingüística contribui para a política e vice-versa e nesse sentido o Estado espanhol e a UE sabem bem da importáncia de continuar com a doma e castraçom da Galiza. Nós defenderemos sempre o monolingüismo social em galego e o soberanismo da nossa naçom. Nós Sós!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

PROPOSTA ABERTA AOS COLECTIVOS OPOSTOS AO PLANO DE BOLONHA PARA A CONSTITUIÇOM DUMHA COORDENADORA DE ASSEMBLEIAS

Assembleia de Filologia

A Assembleia de Filologia em vendo a desmembraçom do estudantado galego propom criar umha Coordenadora de Assembleias que permita artelhar um organismo em que se integrem os esforços dos distintos colectivos e impulsar com umha nova força a resposta ao Plano Bolonha.

Para tal afecto a Assembleia quere compartilhar com todos os colectivos umha proposta de acordo com alguns acordos programáticos, que, em todo caso, se discutiriam logo na reuniom aberta a todos os colectivos que Assembleia de Filologia convoca para o vindouro dia 7 Maio às 19:00 horas na aula 11 da nossa faculdade.

Proposta de acordo

-. A Coordenadora será de assembleias de faculdade, tentando constituí-las onde ainda nom houver ou unificando-as com outras já existentes para que todas as pessoas de qualquer faculdade podam participar numha assembleia de faculdade.

-. A Coordenadora nom tem iniciativa política nem pretende actuar como umha organizaçom estudantil, simplesmente actuar como veículo unificador de esforços.

-. A língua da Coordenadora é o galego, em qualquer das suas ortografias deixando a eleiçom a cada pessoa. Os textos da Coordenadora deverám dar conta da pluralidade de opçons ortográficas nos seus textos.

-. Esta Coordenadora receberá as propostas e iniciativas das assembleias, que terám em todo caso a última palavra, pois nom se trata dumha Assembleia Geral, senom de potenciar ao máximo o horizontalismo.

-. Procura-se o diálogo permanente com todas as organizaçons sindicais de representaçom estudantil para procurar umha grande frente comum que permita a independência de cada umha, mas procurando o trabalho conjunto e uns acordos mínimos.

-. Evitará-se que a Coordenadora seja satélite de nengumha organizaçom e as que queiram participar farám-no externamente e com lealdade (concentraçons conjuntas, etc.). A Coordenadora recebe as propostas das assembleias de faculdade e comunica os acordos às organizaçons para que participem e acheguem o que considerem necessário. Aliás, as organizaçons sindicais poderám elevar propostas à Coordenadora e desde esta passariam às assembleias de faculdade para a sua ratificaçom.

-. Se umha assembleia incumpre os acordos gerais sistematicamente expulsara-se da Coordenadora para evitar a paralisaçom do organismo.

Objectivos e outros pontos para o funcionamento da Coordenadora

No período inicial elaborarám-se uns estatutos aceitando-se durante um prazo razoável emendas, propostas, etc., que votarám as assembleias existentes. Para mudá-los requisitará-se o voto afirmativo de ¾ partes das assembleias de faculdade.

-. Objectivos básicos:

a) Dinamizar o processo social e estudantil e coordená-lo com o Estado espanhol e mesmo com outros estados segundo for possível.

b) Procurar acordos por cima de votaçons farragosas desde a unanimidade entre assembleias de faculdade e que haja quorum entre as organizaçons e a Coordenadora. Aliás, na devandita participarám a títulos individual todos os seus integrantes como órgao de decisom apolítico e centrado, principalmente, na luita contra o Plano Bolonha.

c) Conscienciar ao estudantado sobre as conseqüências do Processo de Bolonha e mostrando umha unidade que contribua à mesma e a inçar a participaçom nos protestos.

d) Diversificar as actividades e os esforços nom apenas contra o Plano Bolonha, mas em qualquer outra actividade (o novo master de mestrado, por exemplo) e unindo-nos aos protestos doutros colectivos do país (por exemplo, o colectivo da limpeza da USC, etc.).

Aguardando a vossa assistência e as vossas propostas, recebei saudaçons da Assembleia de Filologia.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Valoraçom das "Jornadas sobre o bilingüismo"

Despois da assembleia desta Terça-feira os membros presentes valorizárom possitivamente as jornadas sobre o bilingüismo de antes das férias e pugérom-se a destaque os seguintes pontos:
- Umha grande assistência nos dous dias, com mais de vinte pessoas em qualquer umha das palestras e sobrepassando as nossas expectativas em relaçom ao observado noutras palestras. Isto quer dizer que o tema escolhido era actual e que o estudantado demanda outras alternativas para informar-se sobre o Plano Bolonha e outras situaçons que lhe afectam directamente, como a nova política lingüística do governo popular.
- A assistência à primeira palestra preenchou a totalidade dumha das aulas mais grandes de filologia, se bem se explica em grande parte pola presença dos alunos da ponhente. Contodo, isto permitiu que todos os alunos dos primeiros cursos conheçam o que se está a fazer desde a assembleia.
- O suceso das jornadas tamém se mede pola sua repercusom a meio e longo prazo e polo de pronto reconhecemos que nom incidiu numha maior participaçom na assembleia em grande parte porque nom se percebe um movimento estudantil forte e unido.





Por todo isso, a Assembleia de Filologia convocará a todos os colectivos e faculdades da USC para retomar iniciativas que permitam a unidade de acçom respeitando o trabalho de base e autogestionado. Devemos pôr ponto e final ao mito de que Bolonha já está aí e nada se pode fazer por impedir a implantaçom do processo, que, em todo caso, ainda nem sequer acadou a sua fase inicial e que mesmo os partidos dinásticos valorizam com resservas para impeder que a gente se informe (no meio das suas campanhas de desinformaçom contínua) e se mobilice contra um plano lessivo a todos os efectos para o estudantado e a sociedade. Como na defesa da língua, a soma de esforços é o único garante para o êxito na oposiçom a Bolonha.



Para além disso, a Assembleia recolherá abaixo-assinados para opor-se aos proibitivos preços da cafetaria e outros serviços já privatizados da nossa faculdade, como medida de presom ao decanato e à gerència da universidade para que em todos os campus se respeitem uns preços que entrem dentro dumha lógica da educaçom universitária pública e nom do livre mercado.


+ Info das jornadas:

http://www.kaosenlared.net/noticia/jornadas-da-lingua-da-assembleia-filologia-em-compostela

http://www.agir-galiza.org/HTML/principal.php?pag=ler&fich=not769.htm

http://primeiralinha.org/home/?p=627

http://www.iscagz.org/o-bilinguismo-a-debate/

+ Info colectivos estudantis:

Página do SEPC [Sindicat d'estudiants del Països Catalans]:

http://www.sepc.cat/

Oposiçom à Bolonha dentro da privatizaçom do sistema neoliberal:
http://www.lahaine.org/index.php?p=37299
Valoraçom ao novo ministro Gabilondo:
http://www.lahaine.org/index.php?p=37184

Faculdade de Direito e novo plano (AGIR):
http://www.agir-galiza.org/HTML/principal.php?pag=ler&fich=not775.htm

A situaçom do estudantado colombiano (AGIR):
http://www.agir-galiza.org/HTML/principal.php?pag=ler&fich=not776.htm
http://www.agir-galiza.org/HTML/principal.php?pag=ler&fich=not775.htm

Valorizaçom de Bolonha polos Comités Abertos da Galiza (ex-CAF):
http://www.comitesabertos.org/glg/artigos.php?var1=EEES-Bolo%F1a&nar1=21

Solidariedade com o estudantado catalám
(ADIANTE):
http://www.adiantegz.org/index.php?option=com_content&task=view&id=210&Itemid=29
(Sindicato de Estudantes)
http://sindicatodeestudiantes.org/index.php?option=com_content&task=view&id=373&Itemid=1

REBATER: Paremos o Plano Bolonha (ISCA):
http://iscagz.org/biblioteca/rebater-paremos-bolona/

A oposiçom da CNT ao Plano Bolonha:
http://www.cnt.es/no_a_bolonia

Sobre o referendum sobre Bolonha (CNT):
http://www.cnt.es/node/967

terça-feira, 31 de março de 2009

Bemvind@s!


A assembleia de filolofia estreia um novo espaço na rede com o fim de informar no mesmo das suas acçons e actos, para além de mostrar desde aqui as suas opinions, nomeadamente em torno ao Plano Bolonha.

Começamos, aliás, anunciando a iminente celebraçom dumhas jornadas intituladas O bilingüismo a debate em que aguardemos fiquem claros certos conceitos que agora o espanholismo mais cavernário tenta pôr em dúvida, toda vez que sofremos as suas acçons neste 2009 e que, previsivelmente estas irám em aumento.
Horários
Quarta-feira, 19:00 horas, aula 11:
Ana Codesido, Bilingüismo individual e multilingüismo
Quarta-feira, 20:00 horas, aula 11:
Membro da Mesa, Bilingüismo social*
*Agradecemos à Mesa a sua disponivilidade já que fôrom avisados com pouco tempo perante a impossibilidade de contar com nengum professor do Departamento do Galego para umha questom que atinge directamente à nossa língua.
Quinta-feira, 19:00 horas, aula 11:
José Luís Rodrigues e Carlos Quiroga: O reintegracionismo como defesa no conflito lingüístico galego
Quinta-feira, 20:00 horas, aula 11:
Membro da Assembleia: A língua da Galiza perante o repto dumha educaçom privada e centralizada







+ Info: