quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

REGULAMENTO DA COORDENADORA DE ASSEMBLEIAS DA USC




ORDE DO DIA DA COORDENADORA


Companheiras e companheiros:

Pola presente convidamos-te a assistir à assembleia da Coordenadora da USC que se celebrará o vindouro 21 de Janeiro às 19:00 horas em Filosofia. Na reuniom tratarám-se os seguintes pontos (se bem a orde do dia ainda é provisional):

1.- Aprovaçom do regulamento da Coordenadora


2.- Nomear dous responsáveis de comunicaçons (blogue, rolda de endereços electrónicos*, comunicaçons externas com a imprensa), dous responsáveis de finanças e dous responsáveis de correcçom lingüística (AGAL e ILG-RAG).


*Criará-se umha listage com os endereços electrónicos das e dos assistentes que logo se irá inçando com periodicidade.


3.- Calendário de actividades:

a.- Campanha de conscientizaçom do estudantado com palestras nas diversas faculdades com a presença de professores críticos com o processo de Bolonha (Filosofia: Barreiro; Polícitas: Cernadas, Económicas: Vence ou Beiras, Filologia: decano ou José Luis, História: Bermejo, Sociologia: Afonso Garcia Tobio, Ciências da Comunicaçom...).

b.- Jornadas da Letras Galegas a Carvalho Calero: do 17 a 21 de Maio com exposiçons, palestras em filologia e um concerto organizado pola assembleia de CC. Políticas.

c.- A assembleia de CC. Políticas tem tamém previsto realizar duas jornadas de formaçom:

-. Abril: Curso sobre Palestina, 1 crédito (30 horas).

-. Maio: “Regimes fascistas e transiçom à democracia na Península Ibérica”, 2 créditos (60 horas).

d.- Outras

4.- Eleiçons departamentais e claustrais.


5.- Estabelecer umha data para umha primeira concentraçom da Coordenadora. Ediçom de material de agitaçom e cartazes e apresentaçom perante os média.


Sem mais, aguardamos contar com a vossa assistência, cumprimentos.


P.D.: para qualquer outra questom dirige-te aos seguintes endereços electrónicos:


Coordenadora da USC

coordenadoradausc@gmail.com


Assembleia de estudantes de Ciências Políticas

asembleaestudantes@hotmail.com

Assembleia de Filologia

assembleiadefilologia@gmail.com



1.- A Coordenadora expressará-se sempre em língua galega. Reconhecem-se as duas normativas, RAG-ILG e AGAL e tenderá-se a sua visualizaçom em todos os actos da Coordenadora.

Para tal efeito nomeará-se umha comissom de correcçom lingüística para evitar gralhas. Logicamente, a título individual cadaquém pode empregar na Coordenadora a língua com a que melhor se exprima, mas nos actos públicos em que se fale em nome da assembleia deverá ser sempre a galega como atitude exemplificativa, assi como na documentaçom interna a única língua empregada será o galego.


2.- Todas as reunions da Coordenadora terám umha pessoa moderadora e mais umha pessoa encarregada de tomar acta (secretária/o). Ambas configuram a Mesa da Coordenadora que deverá ser rotativa e nomeará-se em cada juntança por maioria simples das vozeiras e dos vozeiros presentes.


3.- A Coordenadora deverá ter umha assembleia ordinária afinal de cada ano académico para auto-avaliar-se e mais para apresentar o seu balanço financeiro. A periodicidade das assembleias extraordinárias será mensal.

As convocatórias serám anunciadas com suficiente antecedência a todas as Assembleias e no espaço em rede da Coordenadora. Para tal efeito, criará-se nom apenas um blogue para as comunicaçons externas, mas tamém umha listage de correios que serva de canle de debate interna e constante e para informar de qualquer evento ou assembleia.


4.- A Coordenadora está aberta à assistência de qualquer estudante da USC. Apenas terám voz nas reunions da Coordenadora duas pessoas por Faculdade, que serám eleitas previamente polas suas respectivas assembleias e que poderám exercer um só voto. Em todo caso, a Mesa da Coordenadora poderá ceder a palavra a outras e outros assistentes se assi o estimam pertinente as vozeiras e vozeiros presentes.

Aliás, as assembleias que nom cheguem a 5 pessoas reunirám-se em assembleia mista e terám as mesmas condiçons nas reunions da Coordenadora ca as assembleias ordinárias de faculdade. A circunscriçom para cada assembleia mista será a de campus para melhorar a sua viabilidade e funcionamento.

Nas três primeiras assembleias da Coordenadora deverám assistir um mínimo de 5 pessoas por assembleia para garantir que existe efectivamente um número mínimo de pessoas implicadas. Quando se cria algumha assembleia nova deverám tamém acreditar-se polo mesmo procedimento nas suas três primeiras sessons. Por esta mesma razom, recomenda-se rotaçom na presença de representantes de Faculdade nas reunions da Coordenadora na medida das possibilidades de cada assembleia de centro.


5.- Tanto nas convocatórias extraordinárias como na ordinária o sistema de votaçom é o que a seguir se descreve:

a.- Procurará-se sempre o consenso e forçar votaçons será o último dos recursos. Cada assembleia conta com um único voto,

b.- Em questons de substáncia ideológica e / ou organizativa a maioria necessária é de três quartas partes do total das assembleias presentes.

c.- Para as restantes actividades (projectos, agitaçom, concentraçons, etc.) avondará com a maioria simples.


6.- As tarefas que desenvolva a Coordenadora devem ser executadas polas diversas assembleia de faculdade para que sejam mais dinámicas e operativas. No entanto, se, as circunstáncias o requerem poderám criar-se reunions sectoriais (finanças, agitaçom, etc.) onde assistirá umha vozeira ou vozeiro por assembleia, em reuniom extraordinária e limitada a esses representantes com o mesmo sistema de votaçom ca o da Coordenadora.

Contodo, estas comissons nom som soberanas e deverám elevar as suas propostas para serem aprovadas nas respectivas assembleias e posteriormente na Coordenadora.


7.- As propostas de acçom nom som revogáveis umha vez aprovadas.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Palestra sobre o novo Master de Secundária

O presente texto é um resumo do que achegárom os diversos ponhentes durante a palestra sobre o novo Master de Secuntária departida na sala 5 da faculdade de história esta terça-feira às 19:00 horas, por mor das exíguas 20 prazas que se reservam para as licenciaturas de Arte, História, Geogragia, Filosofia, Económicas e Ciências Políticas.
Afinal, engadem-se algumhas consideraçons próprias. Tenha-se tamém em conta que o resumo de cada ponhente se fai através de notas pessoais e que, portanto, nem sempre respoderám exactamente ao exposto polos exponhentes, mas tenderá a reproduzir o sentido das suas intervençons.

Bermejo, professor da faculdade de História

Por enquanto a faculdade de filologia conta com 80 prazas a faculdade de história apenas conta com 20. Tendo em conta que no grao entrárom 200 alunos a rátio é de 1-10.
Em todo este processo o que domina é o despilfarro, a desorientaçom e a impostura. Um grao sem master nom vale para nada e os masters som poucos, selectivos e caros no modelo anglo-sajom que se implementa agora na UE através dumha reconversom industrial aplicada ao ensino que se chama Plano Bolonha.

No Estado espanhol nom hai mercado para a universidade polo que a adaptaçom da universidade ao mercado nom deixa de ser umha bonita declaraçom de intençons. Em Lugo, a titulaçom de Humanidades desaparece e passou-se a chamar "Ciências da Cultura e gestom cultural" para espantar a pantasma das depauperadas humanidades e com um programa e um plano de estudos improvisado para defender os interesses do profesorado.

Destarte, nom se estabelece um Master racional, mas masters adaptados aos desejos de cada professor que, no entanto, tampouco som os grandes beneficiários do novo Plano Bolonha, mas permite-se que cada professor imparta o que queira e assi evita-se a mobilizaçom social contra a reforma.

O único master que tem lógica e validez é o do mestrado, já que os demais nom som reconhecidos polo mercado. O interês em que se fagam masters é para recaudar fundos, por isso hai que recortar o número de prazas do master docente. Entom, os masters som apenas instrumentos recaudatórios. Podemos afirmar, finalmente, que a realidade refuta que os destinatários dos masters sejam os alunos e nom os professores.

Afonso Garcia Tobio, professor de sociologia

O Master de Secundária é umha cadena de despropósitos. A titulaçom de psicopedagogia desaparece e os docentes passarám a dar aulas neste master, com mais carga de docência e com professores contratados em precário (impartindo muitas horas e em Lugo e Compostela).

Por cima de 50 milhons de euros moverám-se neste novo mercado criado ex nihilo. Articula-se apresuradamente e às caladas para evitar os protestos e as pressons do estudantado com a maioria da comunidade docente cúmplice enquanto a deixem fazer. Os alunos passam a ser clientes deste novo mercado e de Bolonha com créditos empréstimos, o saber convertido em mercadória ou, em termos mais proféticos, a casa do conhecimento convertida numha cova de bandidos.

O master intensificou o trabalho dos professores e a precarizaçom do seu trabalho. O estudantado tem que dedicar-se a tempo completo a um master que passará dos 300€ dos CAP aos 1.200€ da USC, os 833€ de València, os 1594 de Castela e Leom ou os 1700€ da UNED. Isto na pública e com carácter excepcional para este ano ao acolherem-se pola crise ao intervalo mínimo estabelecido polas CC.AA, já que a tendência será ir homologando-se com a privada.

O inçado dos preços equipararám-se com o tempo pois com os 9000€ da universidade Complutense, os 4200€ da Pontifícia de Comillas, os 4100€ de Salamanca, os 6000€ da Camilo José Cela, os 7500€ da Afonso X, etc.

O ano passado havia 50.000 matriculados para o CAP em todo o Estado espanhol. As universidades públicas oferecem apenas 6.000 prazas e o cálculo de solicitudes é de 25.000 alunos, ou seja, 19.000 pessoas serám carne de canom para as privadas. O negócio é mais do que evidente.

Júlio Rodrigues (coordenador do Master de Secundária)

A história dos títulos universitários fixo-se sempre desde o pelelho do professorado que estava implicado nesse momento. As prazas oferecidas para a Galiza nom chegam a 50% das pré-inscriçons. A oferta de prazas depende da Conselharia que segue com a política da "austeridade" como se desprende do brutal acurtamento que sofrírom os orçamentos da USC. A Conselharia fai e desfai sem nengum tipo de oposiçom e o Processo de Bolonha acelera os tempos da mercantilizaçom do ensino e a depauperaçom das universidades.

Os licenciados quando começamos a carreira nom fomos advertidos desta reforma e, portanto, temos direito a continuar com o extinto CAP. Mas aplica-se-nos um decreto da era Aznar que aproveita habilmente Laura Sanches Pinhom para converter-nos já em vítimas da "universidade à bolonhesa" de que falava Miguel Anjo Fernám-Velho.

CODA

Quê fazer? Esta pergunta parece ecoar agora entre os que padecem os primeiros embites do Plano Bolonha. É demasiado tarde para reagir? Nom é demasiado tarde para perder a esperança porque o estudantado galego tem demonstrado noutras ocasions que é capaz de dar a cara e enfrontar os embites do grande capital. A soluçom é clara. Historicamente só se tenhem atingido êxitos nas vindicaçons sociais através da mobilizaçom e a luita na rua. O estudantado deve auto-organizar-se através de assembleias de faculdade que se coordinem logo a nível USC e caminhem para umha greve geral indefinida até que as nossas demandas sejam ouvidas:

- Paralisasom do Plano Bolonha e racionalizaçom da reforma universitária para que advogue claramente por umha universidade pública dotada dos suficiêntes recursos para ser universal e de qualidade e nom elitista e classista.

- Garantir que o Master de Secundária seja universal e público, quer dizer, com taxas assúmiveis polo estudantado e bolsas directas para o sustentamento do estudantado. Aliás, todas licenciadas e todos os licenciados devem ter oportunidade de curar este master, polo que se deve incrementar o professorado e os meios para que todo o estudantado poda aceder ao master sem limite de prazas.

Só fica um caminho, a auto-organizaçom e a luita. É urgente rearmar o tecido estudantil e criar consciência crítica entre o estudantado para evitar a mercantilizaçom do ensino e a morte da universidade pública. Somos mais e assiste-nos a razom. Estudante, organiza-te, revolta-te e luita!




+ Info:

-Veja-se o post incluído neste blogue com o vídeo dumha palestra sobre a universidade aparecida em Correo TV.

- Os anos passam, os problemas som os mesmos:



- Para umha opiniom pessoal mais desenvolvida sobre estas questons veja-se o artigo:

"A língua da Galiza perante o repto dumha educaçom privada e centralizada"


terça-feira, 10 de novembro de 2009

V Assembleia de filologia

Assistência: 6 pessoas (César, Ana, Lídia, Ánia, Rosa e Antom).


1.- Organizaçom
+Eleiçons USC: Ana encarrega-se da estáncia e como o prazo remata a vindoura segunda-feira esta semana hai que tirar cópias dos boletos de identificaçom dos candidatos e reunir-nos a quinta-feira às 17:00 horas. Ánia e Lídia ficam como responsáveis de entregar logo os papéis assinados.

+ As brochuras já fôrom repartidas hoje, terça-feira, despois da assembleia.


2.- Actividades
+ Já chegárom quase todos os programas modificados e as titorias para as matéricas sem docência já estám arranjadas para inglês, latim, alemám e grego.

+ Solicitou-se, mais umha vez, a instalaçom dumha máquina de pensos que já fora solicitada por Ana quando estava nos Comitês. Polo visto só hai umha empresa que oferte este serviço e deve temer que nom seja rendível adiando a sua instalaçom malia as chamadas do decano da faculdade.

+ No tocante à cafetaria os centros que nom a tenhem unificarám os provedores de máquinas para regular preços. Os que a tenhem como filologia, e segundo o indicado polo vice-gerente de assuntos económicos, José Antom Freire, contam com concesons longas de 10 a 20 anos (a nossa data do decanato de Mercedes Brea). O decano está disposto a organizar umha reuniom com José Antom Freire, polo que devemos estabelecer umha data e decidir quem assistimos, informando-nos sobre as condiçons para revocar a concesom, os prazos da mesma... Ana fica de responsável para trazer os requisitos com os que elaborar queixas polos preços e o serviço da cafetaria. Noa Presas tem a folha com a comparativa de preços polo que a ver se no-la pode deixar ou a trai à próxima assembleia. Tamém o decano se compremeteu a revisar o acordo de sanidade da faculdade.

+ Reuniom limpeça: marcada para o 19, quinta-feira, de 18:15 a 18:30 (Ana, César, Helena, Rosa e Antom).


3.- Coordenadora
+ Falar com as outras assembleias para fazer um protesto conjunto diante da reitoria polos preços da cafetarias.

+ Haverá umha entrevista na televisom sobre Bolonha e dérom-nos um contacto por se queremos participar.

4.- Outras

Actividades pendentes
: Jantar (decidir menú para a semana), vozeiros, FAQ, Semana das Letras a Carvalho Calero...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

IV Acta da assembleia de filologia

IV Assembleia de filologia 3-11-09

Assistírom sete pessoas (Lídia, Ánia, Helena, César, Rosa, Ana e Antom).
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1.- Organizaçom

- Eleiçons USC do 3 de Dezembro: o praço para a apresentaçom de candidatos vai do 6 ao 16 de Novembro e para filologia hai 61 postos a cubrir no 1º e 2º ciclo. Cumpre tirar cópias do Boleto de Identificaçom de cada candidato, a sinatura e como encarregadas das estáncias nomeou-se a Lídia e Ánia.

- Reuniom com o decano [Ana]:
+ Matérias extintas: esta semana saem os nomes dos professores encarregados das titorias. Porém, estám pendentes ainda de que a reitoria modifique o programa de avaliaçom.
+ Cafetaria: na Primavera haverá que sacar umha campanha de venda alternativa como a do ano passado que consciêncie sobre o problema dos abusivos preços. A USC pretende nestes momentos fazer umha concesom única para as máquinas que permita regular e estipular preços mínimos. A idieia é falar com outras assembleias e fazer um protesto conjunto na reitoria, que é a que tem as competências sobre as concesons.
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2.- Actividades

- Limpeça: fixou-se a reuniom com as trabalhadores e os trabalhadores para o dia 19, quinta-feira, entre 18:15 e as 18:30 e confirmárom a sua assistência Ana, Helena, César, Rosa e Antom.

- Jantar: para a semana decidirá-se o menú desta actividade pensada para autofinanciar-nos. Acordou-se vender os bonos por adiantado e celebrar o jantar numha aula da faculdade. Tamém devemos estabelecer a data e a gente disposta a colaborar.

- Brochura: a espera de maquetaçom

- Vozeiros: no de AGIR elaborará umha pessoa as respostas e logo someterám-se as emendas que a assembleia decida. No da ASSEMBLEIA a periodicidade será quatrimestral e em A3. Deverá-se-lhe buscar um nome e as secçons propostas som:
+ Artigo de opiniom dum professor: nº1 José Luís
+ Artigo sobre a limpeça: nomear responsável de redacçom
+ Artigo sobre Bolonha: nomear responsável
+ Artigo sobre tema filológico: alguém propuxo fazer um sobre o conceito de
Lusofonia e as últimas críticas e propostas sobre
este conceito.

- Elaborar um inquérito de satisfacçom sobre a cafetaria: nomear responsável de redacçom do conteúdo e propor umha data para impresom, elaboraçom, etc.

- Regeneracionismo: elaborar um FAQ para repartir com o vozeiro e nas palestras da assembleia. César Campos ficou de encarregado de pedir permiso à Gentalha para publicá-lo.

- Semana das Letras Galegas: elaborar já um cartaz genérico de promoçom (responsável Ana). O conteúdo é umha image de Carvalho Calero e o textual seria: HOMENAGE A CARVALHO CALERO-SEMANA DAS LETRAS GALEGAS 2010-Maio 2010-Assembleia de filologia-http://assembleiadefilologia.blogspot.com

- Houvo umha proposta para a projecçom do programa Faladoiro com as intervençons sobre a universidade de Bermejo, Barreiro e outros professores da USC onde se analisa o Plano Bolonha e as suas conseqüências (estám colgados já no nosso blogue).
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3.- Coordenadora

- Ainda sem nengumha novidade infelizmente.
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4.- Finanças

Para a semana encorajamos as e os integrantes da assembleia para que elaborem propostas encaminhadas a gastar os quartos que temos disponíveis para cópias.
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5.- Outros

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

III assembleia de filologia

27 de Outubro de 2009 às 14:15 horas na sala 15. Apenas assistírom três pessoas (César Campos, Helena e Antom Fente) e Ana Teixeira desculpou a sua ausência.

1. Organizaçom

- Comissom cultural: sem novidades destacáveis.

- "Galego sempre mais": ainda nom temos resposta para elaborar umha palestra com eles enquadrada numhas pequena "Jornada da língua". Polo de pronto contestárom desde a "Mocidade pola língua" a quem nom ia redigido o correio como entidade, mas apenas como membro dumha plataforma.

2. Actividades

- Entrevista à assembleia de filologia para o vozeiro de AGIR

- Brochuras: enviar-lhas a Ibám

- As trabalhadoras da limpeça param sobre as 18:30 horas, polo que temos que estabelecer umha data para combinar com elas.

- Reuniom com o decano para a rolda informativa a todo a alunado:
a. Titorías das matérias extintas: ainda nom se reuniu com os responsáveis, pois um departamento se integra noutro, polo que o director está em funçons. Porém em princípio esta semana terá todo solucionado. Ana Teixeira combinou com o decano nesta quinta-feira para confirmar pormenorizadamente isto.
b. Horários do grao: reconheceu que foi um erro deles, e aseverou a aplicaçom dumha soluçom imediata. As faltas por culpa do horário: para os alunos que tenham faltas por mor dos horários devem falar com Carracedo para dar-lhe os seus nomes, para que el avise aos professores em questom para que lhe tirem as faltas.

- Uso da exposiçom sobre Carvalho Calero desenvolvida pola Fundaçom Artábria na homenage que este ano imos desenvolver com motivo das Letras Galegas alternativas que propomos.

- Elaborar um vozeiro próprio em filologia que trate: temas filológicos, a greve da limpeça, Bolonha e algum artigo de opiniom dalgum professor desta faculdade (foi proposto José Luis Rodrigues do departamento de português). O formato seria em DIN-A3.

-Em Novembro, entre o 6 e o 16, devermos apresentar as candidaturas para a Junta de Faculdades e o dia 3 de Dezembrom som as votaçons, havendo 61 membros para o 1º e 2º ciclo em filologia. No registo da universidade deveremos entregar umha instáncia como os nomes de todos os candidatos e umha cópia do seu Boleto de Identificaçom e um abaixo-assinado conjunto.

3. Coordenadora


- A assembleia de políticas já está enterada do nosso convite para retomar a coordenadora, mas ainda nom se tenhem reunido internamente.

- A assembleia de história ainda nom funciona, já que é "accidental" e centrada na perda do local de estudantes nessa faculdade.

- A assembleia de jornalismo está impulsada polos Comitês e centra-se polo de pronto apenas na normalizaçom lingüística polo que haverá que aguardar se toma corpo como entidade de seu ou apenas é um apéndice dum sindicato estudantil para involucrar a novas pessoas.

4. Finanças e material


- Líquido: 5€

- Para fotocópias e material: 170€

A mercantilizaçom do saber

Sob o título "O sistema educativo axeonllado ante o mercado" vê a luz em Altermundo esta interessante reflexom de Santiago Quiroga, mestre e activista social, que foca, como nom podia ser doutro jeito, a mercantilizaçom do ensino superior através do Plano Bolonha, panaceia do ultraliberalismo em crise.

[...]

As políticas neoliberais están estreitamente vencelladas ao crecemento exponencial da escola “pública” concertada; na Comunidade de Madrid, baixo o mandato do PP, as aulas concertadas pasaron de 8.041 no curso 1999/00 a 11.028 no curso 2004/05, o que supón un aumento do 37% en 5 anos; ademais, a CAM é a rexión onde máis creceu no curso 2004/05 o alumnado dos colexios privados, con 10.824 alumnos máis, é dicir un incremento do 125% (Burgos Tejero, 2006). Outro dato revelador é que a inversión en investigación militar supera en 300 veces o presuposto destinado á investigación educativa (Toribio Barba, 2008).

[...]

Con este panorama, ¿debemos rexernos moralmente por políticas educativas que estimulan a competencia, se alicerzan na desigualdade social e domestican ao pensamento? Eu, como docente, non.