terça-feira, 23 de março de 2010

Última hora! Nom nos vam parar com ameaças

Durante toda esta jornada houvo paro geral na faculdade de História, com piquetes informativos em cada porta que impedírom a entrada do escasso alunado coptado que nom queria seguir a greve. Permitiu-se aliás a entrada a professores e pessoal de investigaçom, limpeça, conserjaria...

A manifestaçom, a que a assembleia de filologia se sumou, foi um êxito, contando com por volta de 200 pessoas, rematando no Valedor do Povo (esse que di na Galiza se ponhem pistolas para obrigar a falar galego) onde se entregou um escrito por cada participante.

A assembleia de filologia já denunciou no seu dia o despropósito do Máster de Secundária, especialmente no tocante a sua aplicaçom com um carácter retroactivo ilegal para os licenciados e com um número de vagas limitado para favorecer às universidades privadas. Assemade, fomos o único colectivo estudantil que boicoteou o acto de apresentaçom deste Máster de Secundária em que Seném Barro defendeu abertamente o "darwinismo social": "aqui estamos os melhores fôrom as suas palavras.

Pola tarde continuárom os piquetes, mas sem prévio aviso apresentárom-se as forças repressivas identificando ao estudantado em greve com o único fim de garantir que os senhores da UE que iam visitar o ILGa nom viram o desfalco educativo que hai na Galiza. As medidas repressivas som um excelente mecanismo de disuasom para que a sociedade seja passiva e nom se rebele contra os atentados aos seus direitos. Ameaçárom aos presentes com 2.000€ de multa se nom se disolvia o protesto. Notificou-se-lhe isto ao decano perante o qual afirmou cinicamente que nom podia fazer nada quando é evidente que a polícia nom pode entrar na universidade sem autorizaçom da reitoria nem o decanato. A nom ser que agora tenhamos menos direitos ca no tempo de Franco, quando no 67 o estudantado fazia "saltos" (concentraçons por surpreesa) no ensanche compostelano ainda em constuçom empregando os adoquins para fugir dos "grises" e quando ocupárom a sé histórica da USC em Maçarelos durante meses.

Por todo isto pedimos ao todo estudantado que se solidarice e implique nas mobilizaçons em defesa dos nossos direitos mais elementares e que participem nas assembleias estudantis. Só a nossa uniom fará que as nossas petiçons sejam ouvidas e que o máster seja um requisito toda vez que a vaga na oposiçom for atingida.





http://www.xornal.com/artigo/2010/03/22/sociedad/facultade-historia-clama-novo-master-docente/2010032223233000957.html

http://www.elcorreogallego.es/galicia/ecg/huelga-alumnado-historia-master-docente/idNoticia-528754/

quinta-feira, 18 de março de 2010

Juan Manuel García Ramos: Educaçom à bolonhesa

No nosso tempo, o império do mercado entrou de cheio nas salas universitárias e trocou-nas até fisicamente. A cultura da image apodera-se da cultura da palavra, da ideia. As generaçons que hoje accedem à universidade som filhas da Galáxia Marconi e, em boa parte, despreciam a Galaxia Gutenberg. Querem images para apreender, nom textos. Os livros consideram-se anacrónicos, sobretodo se as pasages de escritura que contenhem nom vam acompanhadas dumha parte substancial de ilustraçons que aligeirem a sua leitura.

Ler todo o artigo aqui (página muito recomendável com informaçons sobre Bolonha e o estudantado).

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Para que lhe serve o galego a umha húngara?

Para que lhe serve o galego a umha húngara?

"Para olhar o mundo doutro jeito", contesta Vera Gergely. É umha das embaijadoras da língua galega, como a russa Daria Shornikova, a romanesa Mariana Ploae-Hanganu ou o japonês Takekazu Asaka

Tirado de aqui.


Cando lhe perguntam para que lhe serve o galego a umha húngara, o primeiro que fai Veronika Gergely é armar-se de paciencia. “Para que a minha vida seja mais formosa e enteira, para poder olhar o mundo doutro jeito, para falar com os japoneses e os índios que conhecim em Compostela, para aprender as vossas cançons e danças tradicionais, para bailar muinheiras e jotas e para criar vínculos entre a Galiza e Hungria. O galego serve-me para o que me servem todas as outras línguas”, resume, mas sabe que é mentira. Vera, como a conhecem os seus companheiros dos cursos de verao do Instituto da Língua Galega (ILGA) e a Universidade de Santiago (USC), vive em Érd, umha pequena cidade com 70.000 vizinhos a vinte quilómetros de Budapeste, ainda que nasceu na capital. Ademais do húngaro, que vinha com o manual de instruçons, em 26 anos apreendeu tamém português, castelám, inglês, japonês, alemám, italiano e galego. Uns fala-os, outros entende-os. Uns prestam-lhe, outros nom tanto. Qalquer um deles lhe serviria para pedir-lhe cámbio a outro mortal deste planeta, pero só um lhe vale para fazer o que está a fazer: traduzir a Cunqueiro. E nessas anda, de viaje com o velho Sinbad pola língua de Sándor Márai.

Vera chegou ao galego através da música medieval. Queria entender as Cantigas de Santa María e pediu ajuda na Eötvös Loránd Tudományegyetem, a universidade de Budapeste em que estudava. Ildikó Szijj, umha professora de portugués, sacou-na de dúvidas decontado. Explicou-lhe que havia outra Galiza longe de Ucraina e que a língua das cantigas de Alfonso X, com o andar do tempo e a erosom da fala, convertera-se ao cabo na língua oficial de quase três millóns de galegos [e de 200 milhons na sua versom portuguesa].

A tal hora, esse é tamém o idioma de Vera. E da professora romanesa Mariana Ploae-Hanganu. E de Eva Carrión, umha malaguenha que traduziu umha novela de Rosa Aneiros com a única subvençom da sua teimosia. E a de Nilsa Areán, umha engenheira informática de São Paulo que deixou a inteligencia artificial polo contrabando de sufixos através da raia. E a de Hicham Suisse, investigador marroquino, hoje em Lisboa, que soubo da Galiza ao mesmo tempo que Naybet, Bassir e Hadji punham a camisola do Dépor. E tamém a da grega Sofia Karatza, o ucraíno Pavlo Marynenko, o polaco Bartosz Dondelewski, o japonês Takekazu Asaka ou o índio Anik Nandi. Som, com o seu permisso, brigadistas do galego. E hai muitos mais.

UM 'HIT’ DA RESISTENCIA

A xanela deve-lhe muito a Feijóo e Daria Shornikova sabe-o. A autora desse pequeno filme que bole rede arriba e rede abaixo desde hai semanas nasceu em San Petersburgo hai 21 anos. Quando empeçou a filmar o que a gente de Compostela pensava da sua língua nom sabia que mais de 1.500 internautas iriam buscar nom se sabe o que na sua película. Daquela ainda nom aparecera www.eufalo.tv para sementar a rede de confidências sociolingüísticas e senhoras como a mai do O’Leo, o cantautor punk, que pensam que a sua língua, como os seus tomates, som os melhores. Daria nem sequer sabia que o Governo galego se ia meter na lea de legislar contra a língua que o pariu nem que o seu relato se ia converter num pequeno hit da resistência. Um must da galegofília.

“As cousas que se fam a prol da língua som mui ben recebidas, sobretodo despois da mani do 21 de Janeiro”, explica Daria desde o inverno ruso. Empeçou perguntando-lhe à gente qual era a sua palavra favorita e acabou compondo um mosaico de atitudes possitivas cara à língua. Um catálogo de afectos. É curioso que a Daria o galego lhe pareça umha língua “politizada”, cousa “que lhe fai dano”. Aqui, na Galiza, A xanela serve como bálsamo, por vezes como coartada. Alí fai-lhes menos áridas as conxugaçons aos seus alunos.

Se Daria chega ao final da súa tesiña de doutoramento, os contos de Séchu Sende chegarám por primeira vez ao russo. A traduçom é um episodio freqüênte na biografia dos brigadistas. Vera trabalha em Cunqueiro, embora já verquesse algum outro texto ao húngaro. Takekazu Asaka, autor dumha versión bilingüe galego-japonês dos Cantares Gallegos de Rosalia, reparte o tempo entre a versom nipona de Ramom Cabanilhas e a traduçom para o galego dumha presada de contos de fadas do seu país. Sofia Karatza levou ao grego alguns relatos de Mendes Ferrim, Carlos Casares, Manuel Rivas e Miguel Anjo Murado. Eva Carrión fascinou a Rosa Aneiros com a sua versom castelhana de Resistência, já caminho do prelo. E Nilsa Areám devece por pôr a Castelao a falar em galego do Brasil. A maioria tamém traduziu algo de literatura de combate. Suas som algumhas das versons do manifesto de Prolingua.

Bartosz Dondelewski estuda Filologia Hispánica na Universidade Iaguelónica de Cracóvia, mas nom traduziu nada fora dalgum exercício académico. Nom é a sua principal ocupaçom. Nasceu em Kalisk, Polónia, hai 22 anos, porém escreve em galego desde Lisboa, onde completa a sua formaçom. Sente-se “embaijador” das culturas que lhe som próximas, nom só da que lhe dérom ao nascer, mas pom-lhe “um maior esforço” à galega, “pouco conhecida mesmo dentro da Península Ibérica e completamente desconhecida” entre os seus compatriotas. “O galego tem a má sorte de depender das decisons dos políticos”, espeta. “A sua sobrevivência está nas maos dos governantes, que decidem se os nenos vam ter a oportunidade de conhecer a língua própira do seu povo. A decisom de falar galego é umha decisión política porque a língua do Governo central é outra”.

O idioma, para Bartosz, foi o que preservou o sentimento nacional dos seus compatriotas ao longo de 123 anos, cando o seu país nom existia no mapa de Europa. Se calhar por isso, desde a distáncia, acredita que o futuro do galego está longe dos gabinetes. “Encontro especialmente importantes as iniciativas apartidarias”, explica. “O que mais conta é o amor, o agarimo que tenhem os galegos pola língua que os criou e que foi criada por eles. A sua preservaçom permite conservar a identidade nacional, a cultura. Foi assi durante os séculos escuros e segue a selo hoje, quando a influência do castelhano está cada vez mais visível”.

Takekazu Asaka saca-lhe 36 anos a Bartosz. Take, como o conhecem os que conhecem a este professor universitário, nasceu en Toquio no Natal de 1952. Hai trinta anos que descubriu a existência do galego ao tropeçar com um exemplar d’A Nosa Terra em Madrid, onde aprendia castelhano, mas segue convencido de que o seu trabalho nom lhe importa a ninguém em Japóm. Tanto lhe tem. Non vai deixar agora o que tam amodo conseguiu, primeiro escrevendo-lhe cartas a Xaime Ilha Couto na editorial Galaxia, logo lendo livros em galego e finalmente assistindo umha e outra vez aos cursos de verao do ILGA. Desde 1989 vem duas vezes ao ano. Doe-lhe que a gente nova nom fale coma el e que os comerciantes nom rotulem os seus establecimentos em galego. Entenderia bem mellor a que se dedicam.

A Anik Nandi passava-lhe algo semelhante. Em Burdwan, na Índia, onde nasceu hai 28 anos, os seus companheiros e professores riam-se do seu entusiasmo polo galego. “Criam que se queria trabalhar com as línguas minoritarias de Espanha, devia escolher o catalám. Ao seu ver, tinha mais valor económico e mais oportunidades, mais bolsas para investigadores estrangeiros. Eu pensava que era umha língua com muita história e muito futuro, e ainda o penso”. Hoje passa do bengalí ao infinitivo conjugado sem arroibar e fala um galego correctíssimo polos corredores da residência universitária Burgo das Naçons, em Santiago. Colaborador externo do ILGA, estuda os cursos de doutoramento no departamento de Língua Espanhola da USC.

“UMHA LÍNGUA NOM TEM QUE SERVIR”

Cando lhe preguntan para que lhe serve o galego a umha malagueña, Eva Carrión sorrí. “É umha pergunta bastante divertida. Seguro que se estivessemos a falar doutra língua a ninguém se lhe ocorreria perguntar semelhante cousa. Toda língua é umha riqueça! Cada um é quem é porque vive na realidade cultural que vive e fala como fala. A língua forma parte de nós, e sem ela nom seriamos ninguém. Umha língua nom tem que servir, umha língua tem que ser”. No seu caso, ademais de ser a língua em que fala com todo o mundo em Vigo, onde fai um máster de Ediçom, é tamém umha ferramenta de trabalho. Esta andaluza de 25 anos licenciou-se emTraduçom e Interpretaçom em Granada e fantaseia com converter-se em tradutora nalgumha editora. Já tem o seu primeiro choio.





sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Bem-vindos ao Master do negócio


Esta segunda-feira começa o Master do negócio como se pode ler já na página web da USC. - praças e + € para implementar a educaçom Bolonha: elitizaçom e mercantilizaçom do ensino. Todo apresentado e moderado por Seném Barro e é que neste 2010 nom saimos do Natal ainda como para que nos metam já no entroido.

http://www.usc.es/gl/xornal/nova.action?id=120071

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Mobilizaçons da assembleia de filologia na próxima semana

A Assembleia informa das mobilizaçons da próxima semana em que participará e roga a vossa colaboraçom e assistência:

Segunda-feira:

em magistério as 16:00 horas pendurarám-se faixas com a legenda BEM-VIND@S AO MÁSTER DO NEGÓCIO: DE 300 A 1200 €. Pregamos a vossa assistência para visualizar umha presença mínima de estudantado crítico e para colaborar na exibiçom e penduraçom das faixas.

Quinta-feira:

pola manhá participaremos na greve do ensino após ter colado na faculdade cartazes e faixas animando a greve e contra as agressons ao galego. Animamos-vos as pessoas que ainda nom participades na marcha com nengum outro colectivo a que vos somedes a nós.

As 19:00 horas participaremos na Coordenadora de assembleias da USC, acto a que todas e todos estades convidados.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

21 de Janeiro, greve geral no ensino

Falas menos galego que um teletubbi. Daria Shornikova é russa. Ten 19 anos e aprendeu a falar galego em Petersburgo. Marga ten 18, vive em Vigo e di que se sente rara falando galego. Blanka é bósnia, tem 20 anos. Fala o galego que aprendeu na cidade croata de Zadar, na universidade.
Marcos vive en Ferrol, ten 18, nom fala galego. Molam-lhe os Dios ke te Crew. Tom é escocês. Fala galego. Ten 20. Coñeceu a Blanka numha viaxe de estudos a Santiago, gostárom-se e liárom-se falando galego entre eles. Lucía ten 17, é da Crunha, di que nom sabe falar galego. Dili é coreana. Chegou a Galiza para estudar castelhano porque gostava de La Oreja de Van Gogh e aprendeu castelhano e galego. Quando fala galego tem acento coreano, um sotaque de milheiros de quilómetros de distáncia.. Mónica nasceu en Pontevedra, ten 20, non fala galego nunca.
Alexandra Radu chegou a Vila de Cruces aos 13 anos desde a Roménia. Enmromanês eu tamén se di eu. Aginha começou a falar em galego. Ao final do curso já falava e escrevia mui bem a nossa língua. Romina tem 19 anos, é italiana, nasceu ao pé do vulcano Vesúbio, gosta muito do submarinismo. Fala bastante bem para levar aqui apenas um ano. Rosa tem 19 e trabalha de caixeira no súper onde Romina fai a compra. Romina fala-lhe galego todos os dias, Rosa nunca lhe contesta em galego.
Eva nasceu em Andaluzia e chegou a Galiza aos 24, aos 25 aprovou as oposiçons de educaçom física. Hoje dá as aulas no seu galego com sotaque de Cádis. Ten alunos e alunas que nom falam galego porque lhes dá corte. Cando Ignácio aos 16 começou a falar as suas primeiras palavras em galego recém chegado de Madrid alguns colegas rírom-se del. Deixou de intentá-lo. Ainda que dous anos despois decidiu passar do que dixera a gente, e hoje fala galego sem problemas. Eduardo Estévez chegou aos 20 e poucos da Argentina. Primeiro aprendeu a escrever em galego e logo a falá-lo. Publicou vários livros de poesia na nossa língua, que agora tamén é a sua língua. Podes atopá-lo na Galipédia, a wiki galega. E a Daria Shornikova podes vela em *******, explicando que se lhe fai estranho que haja galeg@s que nom falam galego. Em Russia non hai russ@s que nom falem russo.
A Blanka e a Tom tamén podedes velos em *******, contando que, como nom conhecem ainda muitas palavras do nosso idioma, por vezes acabam inventando algumha. Por vezes parece que poderia ser mais doado que o resto do mundo se bota-se a falar galego antes de que o fagam alguns galeg@s que semelham ter-lhe alergia à nossa língua. Quando escuito falar a Daria, a Blanka, a Tom, a Dili, a Álex, Eva, Romina ou a Eduardo pergunto-me porque lhe resultará mais fácil falar galego a um estrangeiro que acaba de baixar do aviom que a alguns galegos que levam aqui toda a vida. Hai galegos e galegas para quem a língua mais difícil de falar no planeta é o galego. Precisamente.Hai galegos que falam menos galego que um Telettubi. Eu, por exemplo, quando tinha 15 anos. Falam mais galego os quatro telettubies juntos num capítulo do que falava eu num mês enteiro daquela, quando tinha quinze anos. Daquela comecei a fazer-me perguntas: Por que nom podia eu falar galego como se tal cousa? Por que tiñamos que pagar a gente nova os preconceitos lingüísticos d@s maiores? Por que se estava desgaleguizando a minha geraçom? E botava-lhe a culpa à sociedade, como se for algo contra o que nom se pudesse fazer nada. Afortunadamente, dei-me de conta de que isso nom era normal nem irreversível. Nom era normal que chegara a invijar os debuxos animados japoneses da tele porque falavam galego com toda a naturalidade que eu nom tihaa. E fixem o único que podia fazer. Pôr-me a falar galego.

Tirado e adaptado de "Nadal, galego e verde", do Conselho da Juventude.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Juntas de faculdade 17-12-09

Pola assembleia de filologia assistírom: Héctor, Noa, Ana Teixeira e Antom.

1.- Aprovaçom das actas anteriores

2.- Informe da equipa decanal

- O departamento de filologia alemá disolve-se e integra-se no de inglês, passando-se a chamar Departamento de inglês e alemám. A frente segue Luís Iglesias Rábade. No tocante aos restantes departamento só houvo mudanças no de galego que agora está dirigido por Francisco Cidrás Escaneo.

- Estado de execuçom do orçamento:
Entrada de fundos 2009:
a.- Transferência ordinária: 162.618 €
b.- Partida de qualidade: 37.000 €
Gastos 2009:
Material (cap. 2)- 10.000 € de remanente
Capítulo 6 - 28. 000 € (incorpora-se ao exercício seguinte)
Qualidade- 2.300 € (incorpora-se ao exercício seguinte)

Acometérom-se quase todas as melhoras aprovadas na anterior Junta de Faculdade (cadeiras de trabalho, substituiçom do sistema de calefacçom, taboleiros electrónicos, cadeiras presidenciais, filtraçons de augas, escaner, baldes do lixo exteriores, actualizaçom da rotulaçom, substituiçom das portas principais - em Natal executará-se a 2ªfase correspondente ao aceso Norte-. Aliás, 15.000 € adicionais destinarám-se à biblioteca.

- Titulaçons
a.- Os novos títulos de grao, segundo a equipa decanal, implementárom-se com sucesso e conseguírom dar umha visom optimista na sociedade, que bate com a oferecida polos média, já que houvo um incremento da "demanda" (sic.). Os dados finais de matrícula para o curso 2009-2010 em 1º som:
Clássicas: 21 alunos
Hispánicas: 30 alunos
Modernas: 41 alunos
Inglesa: 91 alunos
Galego: 41 alunos (*nom inclui os alunos de português incluídos em Modernas)

TOTAL: 226 alunos [2004-5: 180; 2005-6: 158; 2007-8: 175; 2008-9: 165].

Destarte, os cordenadores dos graos já estám nomeados, por exemplo em galego é Elisa Fernández Rei.

- Master de Secundária: as aulas começarám o 18 de Janeiro [a assembleia denúncia que os matriculados pagam muitos créditos nom presenciais, assi como a oferta de prazas, ou o carácter ilegal de implementar para os licenciados um Master e nom seguir ofertando o CAP já que nom conheciam esta mudança quando se matriculárom em 1º. Tamém exprimimos as nossas dúvidas sobre se, finalmente, os docentes do Master farám greve pola nova carga lectiva nom remunerada ou se "passarám" de departir os créditos teóricos].
O número de prazas fixa-o a Conselharia, mas a negociaçom ficou interrompida polo processo eleitoral e logo houvo que renegociar, tomando como ponto de partida a previsom de oferta de emprego público. Nom se conhecem ainda as prazas que haverá para o vindouro curso.

A assembleia de filolologia advoga por exercer as suas acçons para a consecuçom dum mínimo que poderia perfeitamente executar-se com a normativa vigente, ou, de nom ser possível, modificando-a. Trataria-se de exigir o Master de Secundária a posteriori e nom a priori, ou seja, umha vez feitas as provas e alcançada a vaga para poder departir aulas. Destarte, é necessária umha garantia para as práticas e a clarificaçom de se o Master permite ou nom a possibilidade de fazer o doutoramento. Por outra banda, o Master de Secundária é umha medida do governo Aznar resgatada polo PSOE e implementada na Galiza por Laura Sanches Pinhom. Por isso, a assembleia de filologia denúncia o agrávio comparativo que sofreremos os licenciados e graduados galegos a respeito dos de outros países do Espaço Europeu de Educaçom Superior, já que se os títulos som homologáveis poderiam dar aulas sem ter feito este mestrado que se nos exige as licenciadas e licenciados do Estado espanhol.
3.- Quinquénios de docência 4.- Assuntos de trámite

a.- Registro de memória da licenciatura

b.- Créditos de livre configuraçom (concede-os o decanato se cumprem os requisitos e ratificam-se nas Juntas). Entre estes haverá um intitulado "Ramom Pinheiro e o galeguismo"

c.- Nomeamento de tribunais para prémios de licenciatura e doutoramento

d.- Informe favorável para um curso intitulado "Introdución al judaismo. Texto, historia, praxis..." do 27 a 29 de Janeiro.
5.- Rogos e trámites